5 coisas que você deveria saber sobre a doação de medula óssea

Durante a Semana de Mobilização Nacional para Doação de Medula Óssea, que acontece de 14 a 21 de dezembro, são desenvolvidas atividades de esclarecimento e incentivo à doação de medula óssea e à captação de doadores.   A medula óssea é um líquido gelatinoso localizado no interior dos ossos. Ela é constituída de células que dão origem ao sangue, também conhecidas como células-tronco ou células-mãe, responsáveis pela produção dos glóbulos vermelhos, brancos e plaquetas.   A doação de medula óssea é importante para o tratamento de pacientes com leucemia, linfomas, anemias graves, imunodeficiências e outras 70 doenças relacionadas ao sistema sanguíneo e imunológico. Em alguns casos, o transplante é a única possibilidade de cura para o paciente.   Por isso, a importância das campanhas que incentivam a doação. O objetivo é aumentar o número de pessoas inscritas no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), uma atividade coordenada pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA).   Para incentivar essa ação e proporcionar mais informações sobre o assunto, listamos 5 coisas que você deveria saber sobre a doação de medula óssea. Continue lendo esse conteúdo! A doação pode ser feita por dois tipos de pessoas Assim como acontece nos transplantes de órgãos, é preciso que a medula do doador seja compatível com a do paciente. Caso contrário, será rejeitada. A compatibilidade é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossomo 6, que devem ser iguais entre doador e receptor.   Dois tipos de pessoas podem fazer a doação: um doador cadastrado no REDOME ou um parente do paciente. O mais comum é que a procura comece entre os familiares. Não encontrando um familiar compatível para realizar o procedimento, recorre-se ao REDOME.    Existem dois tipos de doação de medula óssea Uma das possibilidades é a doação de medula óssea por meio de punções na região pélvica superior, no osso do quadril. O procedimento ocorre em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e dura cerca de 90 minutos, porém, requer internação de 24 horas.   A outra alternativa é a doação por uma tecnologia chamada aférese. O doador recebe uma medicação por cinco dias para estimular as células-tronco e, depois, as células são coletadas diretamente da corrente sanguínea. O procedimento leva entre três e quatro horas.   O doador se recupera rapidamente Na doação por punção, o procedimento é indolor por conta da anestesia. Pode ocorrer certo desconforto no quadril nos dias seguintes, mas ele tende a desaparecer logo. A maioria dos doadores consegue retornar às atividades habituais após uma semana.    Na doação por aférese, o doador pode sentir um desconforto durante o procedimento devido à punção da veia. O repouso é necessário apenas no dia da coleta e o doador pode retornar às atividades no dia seguinte à doação.    É possível doar medula óssea mais de uma vez As células se renovam, aproximadamente, a cada 30 dias e o organismo fica totalmente recuperado. Assim, é possível doar medula óssea mais de uma vez e não há um limite máximo de doação. Tudo vai depender da avaliação geral do doador no momento em que for necessária a nova coleta. A doação de medula óssea não tem relação com a paraplegia  Não há chances da doação de medula óssea causar paraplegia porque ela é totalmente diferente da medula espinhal.    A medula espinhal e o cérebro formam o sistema nervoso central e ela está localizada dentro da coluna vertebral, já a medula óssea preenche a cavidade interna de alguns grandes ossos. Portanto, não estão relacionadas.   Para se tornar um doador, é preciso ter entre 18 e 55 anos, estar em bom estado de saúde, não ter doenças infecciosas ou incapacitantes e não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico, além de impedimentos temporários em situações específicas.   Estando dentro destas condições, basta procurar um hemocentro que faça o cadastro no REDOME e agendar uma consulta de esclarecimento.   Agora que você já sabe mais sobre a doação de medula óssea, também pode se candidatar à doação ou mesmo ajudar a difundir as informações compartilhando esse conteúdo com seus amigos nas redes sociais!  

Entenda o papel do fonoaudiólogo

A comunicação humana é feita por meio da fala, da escrita e das expressões, envolvendo aspectos como a fala, a voz, a audição e as funções responsáveis pela deglutição, respiração e mastigação, por exemplo.    O fonoaudiólogo é o profissional da área da saúde que trabalha com esses diferentes aspectos. Assim, pode prestar serviços de reabilitação, prevenção e promoção de saúde, dando orientações aos pacientes e fazendo intervenções para melhorar as estruturas e funções de comunicação.   Além de desenvolver atividades voltadas à promoção da saúde, prevenção, orientação, avaliação, diagnóstico e terapia, o profissional também está capacitado a atuar em ensino, pesquisa e consultoria.   Em 9 de dezembro, é celebrado o Dia do Fonoaudiólogo e aproveitamos a oportunidade para detalhar qual é o papel desse profissional tão importante para a área da saúde. Você tem interesse no assunto? Então, continue acompanhando esse conteúdo!   As áreas de atuação do fonoaudiólogo são: - Linguagem - Audiologia - Motricidade orofacial - Saúde coletiva - Voz - Disfagia - Fonoaudiologia educacional - Gerontologia - Fluência - Fonoaudiologia neurofuncional - Fonoaudiologia do trabalho - Neuropsicologia   Portanto, além da capacidade de interpretação, análise, concentração e sensibilidade, o fonoaudiólogo deve ser paciente, criativo, objetivo e ter um bom relacionamento interpessoal para atuar no mercado de trabalho, já que pode estar inserido em diversas áreas de atuação.   Pesquisas indicam que aproximadamente 3% a 15% das crianças apresentam algum tipo de distúrbio da linguagem, mas pessoas de todas as idades podem precisar se consultar com um fonoaudiólogo.    Entre os problemas mais comuns tratados por esse profissional, estão os atrasos no desenvolvimento da fala, problemas na voz, problemas com deglutição, gagueira e até amamentação, já que a sucção é uma atividade que prepara a fala da criança e previne alguns problemas fonoaudiológicos.  Em uma equipe multidisciplinar, o fonoaudiólogo agrega conhecimentos diferentes com o objetivo de proporcionar um atendimento personalizado a cada individuo. Entre os diversos tratamentos oferecidos pelo fonoaudiólogo, estão:   - Prevenção e tratamento de problemas auditivos - Prevenção e tratamento de alterações da comunicação que podem comprometer o aprendizado - Tratamento de distúrbios do equilíbrio - Diagnóstico audiológico e reabilitação com próteses auditivas - Diagnóstico de risco audiológico na medicina do trabalho - Reabilitação de problemas neurofuncionais, como sequelas de acidentes - Melhoria das funções motoras de pessoas idosas   Em uma consulta com o fonoaudiólogo, o paciente é avaliado para a identificação do tipo de distúrbio de comunicação e indicação do tratamento adequado.    Esse acompanhamento é essencial para prevenir outros problemas físicos ou emocionais, já que pessoas com problemas de comunicação, tanto de expressão quanto de compreensão, podem ter dificuldades na integração social e profissional.   Vale ressaltar que o fonoaudiólogo atua na área da saúde, mas não é um médico. Para se tornar um profissional da área, é preciso fazer o curso de fonoaudiologia na faculdade que tem duração de quatro anos.   Você já sabia sobre essa profissão? Conhece algum fonoaudiólogo? Deixe seu comentário aqui e continue acompanhando outros conteúdos sobre a área da saúde no nosso blog!

Tudo sobre as deficiências visuais

Entre as deficiências visuais, a cegueira é a mais conhecida. Esse conceito, porém, também inclui o comprometimento parcial da visão e há uma classificação para essas diferentes vertentes.   As deficiências visuais podem ser congênitas ou adquiridas, ou seja, o dano que compromete a visão pode ser causado no útero materno, no nascimento ou em algum evento ao longo da vida.   Reunimos, a seguir, diversas informações sobre o assunto. Que tal seguir a leitura e saber tudo sobre as deficiências visuais? Acompanhe!   Como a deficiência visual é classificada? A deficiência visual é o comprometimento parcial ou total da visão. Segundo critérios estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), os diferentes graus de deficiência visual podem ser classificados em:   - Baixa visão: pode variar entre os níveis leve, moderado ou profundo. - Próximo à cegueira: quando ainda existe a capacidade de distinguir luz e sombra. - Cegueira: quando não existe qualquer percepção de luz.   Dependendo do caso, o portador pode precisar do uso de lentes de aumento, lupas ou telescópios, empregar o sistema braile para ler e escrever, necessitar do auxílio de bengalas e ter treinamentos de orientação e de mobilidade.   É importante ressaltar que não são deficientes visuais pessoas com doenças como miopia, astigmatismo ou hipermetropia, que podem ser corrigidas com o uso de lentes ou cirurgias.   Quais são os fatores de risco para as deficiências visuais? Entre os principais fatores que podem causar deficiência visual, estão: - nascimento prematuro - pessoas com diabetes - traumas - idade - pessoas com graus altos de miopia - cirurgias oculares ou neurológicas - pessoas que trabalham com produtos químicos   Quais são as causas das deficiências visuais? Alguns eventos podem ocasionar problemas na visão, tanto reversíveis quanto irreversíveis. Por isso, cuidar da saúde geral é tão importante.   Entre as causas das deficiências visuais reversíveis, estão: a enxaqueca, o descolamento de retina (reversível se operado com urgência), a catarata, a opacidade da córnea e o tracoma, também conhecido como “dordolho”.   Já as deficiências visuais irreversíveis podem ser causadas por deficiência de vitamina A (principalmente em crianças), glaucoma avançado, Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI), Retinopatia Diabética Avançada, ambliopia - popularmente conhecido como “olho preguiçoso” - e Neurite Óptica, uma inflamação no nervo óptico que leva as informações da retina para o cérebro.   É possível evitar as deficiências visuais? Algumas deficiências visuais adquiridas podem ser evitadas através de cuidados preventivos. A OMS estima que mais de 80% desses casos poderiam ser evitados se os pacientes tivessem tomado precauções como:    - fazer exames oftalmológicos regulares - usar óculos escuros em dias muito ensolarados - lavar as mãos antes de mexer nos olhos - evitar coçar os olhos com força - ter uma dieta alimentar rica em Ômega 3 (peixes, sementes, azeite), luteína (couve, milho, ovos), zeaxantina (espinafre, cenoura e rúcula) e minerais como cobre (lulas, siris, amendoins e sementes) e zinco (ostras, camarão, frango e peixes), além de vitaminas A, C D e E - não ficar sem piscar em frente ao computador e outros aparelhos eletrônicos   Como é feito o diagnóstico para as deficiências visuais? O diagnóstico pode ser feito muito cedo, exceto nos casos de doenças degenerativas como a catarata e o glaucoma, que evoluem com o passar dos anos.   O oftalmologista realiza testes de acuidade visual, biomicroscopia, exame de fundo de olho, medida de pressão intraocular e, em alguns casos, exame de campo visual para avaliar visão periférica.   Portanto, diante de um incômodo ou dor no olho, é recomendado recorrer ao oftalmologista para garantir os cuidados desde o começo, impedindo que os efeitos de qualquer doença não se agravem.   Nas crianças, é importante estar atento a comportamentos relacionados à dificuldade de leitura, dor de cabeça ou vista cansada durante as aulas.   Em 13 de dezembro é celebrado o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual. Compartilhe as informações contidas nesta leitura para que mais pessoas possam se conscientizar sobre os problemas de visão que atingem milhares de pessoas no Brasil e no mundo.  

7 coisas que você precisa saber sobre bebês prematuros

No mundo todo, nascem, todos os anos, 15 milhões de crianças prematuras, ou seja, antes de completar 37 semanas de gestação. Uma gestação completa varia entre 37 e 42 semanas.    No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde (MS), a média é de 340 mil bebês prematuros por ano. Esses números colocam o país na 10ª posição dos que mais registram casos de prematuridade.    De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a prematuridade está no topo da lista das causas de mortalidade infantil em todo o mundo. Para fazer um alerta e difundir informações sobre o assunto, 17 de novembro foi instituído como o Dia Mundial da Prematuridade.   Listamos, a seguir, 7 coisas que você precisa saber sobre bebês prematuros. Continue acompanhando o nosso conteúdo!   Vários fatores podem levar a um parto prematuro O nascimento antes da hora pode estar associado a diversos fatores, como partos prematuros anteriores, gravidez de múltiplos, malformações fetais, doença materna aguda ou crônica, trombofilia, miomas, colo do útero curto e infecções na mãe.    Há, ainda, os fatores obstétricos, como malformações uterinas, placenta prévia e descolamento prematuro da placenta. A pré-eclâmpsia (aumento da pressão arterial na gravidez), o tabagismo e o diabetes gestacional também são fatores de risco.   Algumas características são comuns aos bebês prematuros Normalmente, os bebês prematuros apresentam baixo peso. Eles também costumam ter pele fina e lisa, pouco cabelo, orelhas molinhas e planta dos pés fina e com poucos sulcos.    É comum que fiquem a maior parte do tempo com os olhos fechados e tenham reflexos mais lentos. Com o acompanhamento médico, o bebê vai ganhar peso, crescer e se desenvolver ao longo das semanas.    Eles têm a idade cronológica e a idade corrigida A idade cronológica é a idade real da criança, ou seja, o tempo de vida dela após o nascimento. Já a idade corrigida é ajustada ao grau de prematuridade do bebê comparada a de um bebê a termo (40 semanas), ou seja, quanto tempo ele teria se tivesse nascido na data prevista do parto.    A idade de todo prematuro deve ser corrigida, uma vez que o desenvolvimento pode ser diferente do padrão típico de crianças nascidas a termo que tenham a mesma idade cronológica. A maioria dos bebês prematuros recupera essa diferença no desenvolvimento até o segundo ou terceiro ano de vida.    Há exames específicos a serem feitos  Dependendo da idade gestacional de nascimento, da evolução do recém-nascido e da sua condição clínica, são solicitados alguns exames de acordo com a presença de problemas específicos da prematuridade.    É importante seguir o calendário de vacinas As vacinas costumam ser dadas de acordo com a idade cronológica, como qualquer outra criança, mas existem algumas particularidades. A BCG e a vacina de hepatite B, por exemplo, têm um esquema específico. Por isso, o pediatra deve orientar os pais quanto ao calendário de vacinação do prematuro.   Os prematuros podem apresentar complicações Quanto mais prematuro for o bebê, mais imaturos são seus órgãos e maior é o risco de complicações. Os nascidos antes de 34 semanas de gestação, por exemplo, podem apresentar dificuldade para manter a temperatura, para respirar e para se alimentar.    O período de adaptação é fundamental aos bebês prematuros Normalmente, o bebê prematuro só tem alta quando a mãe ou o cuidador já está habituado com a rotina dele na UTI ou no berçário. Portanto, terá orientações em relação a horários de medicações e de mamadas, controle da temperatura, manutenção do contato com a pele, entre outras.   Também é essencial saber reconhecer quando o bebê não está bem, principalmente diante de engasgos com leite, febre ou hipotermia, convulsões, falta de urina, se fica ofegante durante a mamada, se fica mole ou se reage pouco a estímulos.   Vale reforçar que as consultas com o pediatra são fundamentais e, no início, mais frequentes. O acompanhamento com outros profissionais também pode se fazer necessário.    Diante dessas informações sobre os bebês prematuros, agora você pode ajudar outras pessoas a terem esse conhecimento também. Compartilhe esse post em suas redes sociais para que outras pessoas possam se informar!  

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