10 sinais de alerta de um possível câncer

Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), 190 mil pacientes morrem anualmente desse mal no Brasil. Um dos motivos é o negligenciamento dos sinais de desenvolvimento de um tumor e os consequentes diagnósticos tardios. Portanto, não ignorar os sinais e saber identificar os principais sintomas ligados à doença é extremamente importante. Afinal, se descoberta na fase inicial, as chances de cura aumentam significativamente. O câncer pode acometer qualquer pessoa, em qualquer fase da vida e provoca um crescimento desordenado de algumas células, que podem comprometer o funcionamento de algum órgão. Esse crescimento desordenado pode acontecer de forma rápida e os sintomas aparecerem rapidamente ou poder ser mais lento e os sintomas demorarem a surgir. Por isso, listamos alguns sinais que podem estar relacionados a um câncer e que devem ser observados com atenção. De qualquer forma, vale lembrar só o médico, munido de exames, é capaz de diagnosticar a doença. Emagrecimento não intencional O câncer costuma causar perda de apetite, mas o paciente pode perder peso e massa muscular mesmo sem diminuir a ingestão de alimentos. Isso acontece porque o tumor utiliza parte da energia do corpo para se desenvolver. Cansaço excessivo Muitas pessoas que estão desenvolvendo câncer apresentam anemia ou perda de sangue, o que ocasiona diminuição dos glóbulos vermelhos e a redução de oxigênio no sangue, causando esgotamento intenso mesmo em pequenas tarefas. Dores persistentes Dependendo da localização do tumor, ele pode apertar os nervos enquanto cresce, provocando desconforto e dor.  Na maioria dos casos, o alívio não vem com o repouso. São dores persistentes que só cedem com analgésicos fortes. Anemia As células tumorais produzem substâncias que agem na medula óssea, inibindo a produção de glóbulos vermelhos, o que leva à anemia. Ela também pode ser provocada por perda de sangue (mesmo que pequena, pode ser constante). Alterações nas fezes e na urina Variações bruscas nas fezes ou grandes alterações no padrão intestinal, além de barriga inchada e sangue nas fezes, exigem atenção, assim como alterações na urina. Pacientes que estão desenvolvendo câncer podem ter dor ao urinar, urina com sangue e vontade de urinar com mais frequência. Lesões ou manchas de pele O câncer torna o sistema imune mais fraco, provocando a diminuição das plaquetas que ajudam a cicatrizar lesões. Assim, as feridas de cicatrização lenta podem indicar câncer em fase inicial. Manchas escuras, pele amarelada, manchas vermelhas ou roxas com bolinhas e pele áspera também podem ser provocadas pelo câncer. Sangramento Um tumor maligno provoca hemorragias, úlceras e baixa coagulação do sangue, tornando-o ralo e escorrendo com facilidade. A hemorragia pode ocasionar sangue na tosse, nas fezes, na urina ou no mamilo, por exemplo. O sangramento vaginal fora do período menstrual, durante a menopausa ou após relação sexual também pode ser sinal de câncer. 8. Caroços e nódulos Nódulos ou caroços podem surgir em qualquer região do corpo, como mama, tireoide, próstata ou testículos. Também pode ocorrer inchaço da barriga, devido ao aumento do fígado, do baço e do timo e inchaço das ínguas localizadas nas axilas, virilhas e pescoço, por exemplo. Esses sinais podem estar presentes em diversos tipos de câncer. Dificuldade para engolir A dificuldade para engolir – ou disfagia – é um sintoma comum de câncer do esôfago e, geralmente, é progressiva. Além da dificuldade para engolir alimentos sólidos, o paciente também costuma apresentar crises de engasgo e queimação no peito. Rouquidão e tosse persistentes Ter tosse persistente, falta de ar e voz rouca – um sinal de lesão das cordas vocais – pode ser um sinal de câncer de pulmão, de laringe ou tireoide, por exemplo. Tosse seca persistente, acompanhada de dor nas costas, falta de ar e cansaço intenso, pode indicar câncer de pulmão. Vale reforçar que muitos desses sintomas são provocados por outras doenças. Portanto, a consulta médica e a investigação das causas são estritamente necessárias. Se os exames indicarem algum tipo de câncer, o tratamento adequado é iniciado. Agora que você sabe quais são os principais sinais de câncer, pode compartilhar esse post em suas redes sociais para que outras pessoas possam se cuidar também!

Tudo sobre o lúpus

“Se não houver cura, que ao menos haja conforto”. É com esse lema que a campanha Fevereiro Roxo promove, durante todo o mês, a conscientização sobre o Alzheimer, o lúpus e a fibromialgia. As três doenças são diferentes, mas todas apresentam sintomas que debilitam o paciente no dia a dia e nenhuma tem cura, por isso a importância de controlar os sintomas e buscar a qualidade de vida, mesmo portando alguma delas. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, há cerca de 65 mil pessoas com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) no Brasil, sendo a maioria mulheres. Esses números indicam que uma a cada 1.700 mulheres no país tem a doença. O lúpus pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, raça e sexo, mas apresenta uma incidência maior nas mulheres, principalmente entre os 15 e 45 anos, e em pessoas afro-americanas, hispânicas e asiáticas. O índice é três vezes maior em mulheres negras. Trata-se de uma doença inflamatória de origem autoimune, ou seja, ocorre quando o próprio sistema imunológico passa a atacar órgãos e tecidos do corpo por engano. Assim como a maioria das doenças autoimunes, o lúpus é crônico. A doença pode ser dividida em quatro tipos: - Lúpus Sistêmico: a forma mais comum, que compromete vários órgãos ou sistemas do corpo, - Lúpus Discoide: a inflamação é limitada à pele, - Lúpus induzido por drogas : a inflamação é temporária, causada por algumas substâncias ou medicamentos, - Lúpus neonatal: condição rara e temporária que afeta filhos de mulheres com lúpus. No geral, a doença pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins, cérebro, entre outros, causando fadiga, febre, perda de peso, queda de cabelo, dor nas articulações, entre diversos outros sintomas. Como já mencionado acima, o lúpus também pode acometer somente a pele, com o chamado “rash cutâneo”, uma vermelhidão no rosto em forma de borboleta atingindo as bochechas e a ponta do nariz. Isso piora com a luz do sol e afeta cerca de metade das pessoas com lúpus. Outros sintomas dependem da parte do corpo afetada e eles podem surgir de repente ou se desenvolver lentamente. A maioria dos pacientes com lúpus apresenta sintomas moderados, que surgem esporadicamente, em crises. Porém, esses sintomas podem ser extremamente dolorosos, tanto que o lúpus é a principal causa de internação hospitalar entre as doenças reumáticas. Não existe nenhum teste específico para diagnosticar o lúpus e os sintomas variam muito de pessoa para pessoa, além de mudarem com o passar de tempo. O diagnóstico, então, é feito pela combinação de sintomas encontrados no exame físico, testes de sangue e de urina. Embora não exista a cura, o lúpus pode ser tratado a fim de controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos portadores da doença. Hoje, com acompanhamento e tratamento adequados, de 80% a 90% das pessoas com lúpus pode ter uma vida normal. Você tem ou conhece alguém que tem lúpus? Já sabia das particularidades da doença? Deixe aqui seus comentários e compartilhe esse conteúdo nas suas redes sociais!

Mitos e verdades sobre a mamografia

O Dia Nacional da Mamografia, celebrado em 5 de fevereiro, foi instituído com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do exame que detecta alterações na mama. A mamografia é uma radiografia do tecido mamário, feita por um equipamento de raio-X chamado mamógrafo, capaz de identificar lesões nos estágios iniciais, em particular o câncer em estágio precoce, antes de se tornar palpável. Na mamografia, podem se encontrados pequenos nódulos, com tamanho de um milímetro, até três anos antes da pessoa senti-los. A detecção e o diagnóstico precoce de um câncer de mama podem diminuir as chances de morte da paciente em torno de 70%. Por isso, a campanha e o exame são tão importantes. Mesmo diante da ampla abordagem do assunto e do incentivo à mamografia, ainda existem muitas dúvidas. Então, a seguir, destacamos alguns mitos e verdades relacionados à mamografia. Mulheres a partir dos 40 anos devem fazer mamografia anualmente: verdade O câncer de mama ocorre com mais frequência nas mulheres a partir dos 40 anos, por isso, a realização do exame periódico nessa faixa etária é indispensável. Mulheres que têm fatores de risco para o câncer podem começar a fazer o exame mais cedo, a partir dos 35 anos. As mais jovens podem prevenir o câncer de mama realizando outros exames, de acordo com orientação médica. O exame pode ser dolorido: verdade Para fazer o exame, é preciso comprimir a mama, o que causa dor em algumas pacientes. Porém, nem todas sentem esse desconforto, pois depende da sensibilidade individual. De qualquer forma, a dor é tolerável e o exame é breve. Mulheres com silicone não podem fazer mamografia: mito O silicone não prejudica o exame, nem o exame causa danos à prótese. A paciente deve apenas informar ao médico e ao profissional que realiza o procedimento para que ele posicione adequadamente as mamas no aparelho e, assim, as imagens sejam captadas da melhor forma possível. O ultrassom da mama também pode detectar nódulos e tumores: verdade O ultrassom não é um exame obrigatório no rastreamento, mas pode ser usado para o diagnóstico em casos de suspeita médica. Além dele, a ressonância magnética das mamas também pode ser usada em casos mais específicos, como em rastreamento do tumor e avaliação da mama em pessoas que já tiveram câncer. A radiação da mamografia prejudica a saúde: mito O aparelho de raio-X utilizado na mamografia emite radiação, mas ela não é perigosa se realizada conforme as orientações médicas e com controle de qualidade adequado. Assim, o risco associado à exposição da radiação é mínimo, principalmente quando comparado com o benefício que pode ser obtido. É possível fazer a mamografia menstruada: verdade A menstruação não é um impeditivo para o exame, mas é recomendado evitar a semana que antecede esse período porque a mama fica mais inchada e isso pode acentuar a dor. O autoexame substitui a mamografia: mito O autoexame das mamas deve fazer parte da rotina das mulheres e é apenas o primeiro passo para prevenir o câncer de mama. Caso perceba algum cisto ou nódulo, o passo seguinte é procurar um mastologista ou ginecologista para fazer um exame clínico e investigar detalhadamente. Mamas densas podem exigir outros exames: verdade A mamografia pode não ser tão eficaz na detecção de nódulos ou lesões cancerosas em mamas densas, mas também não é inútil. Se a mamografia não está clara em função das mamas densas, poderá ser feito um segundo exame de imagem, por exemplo, ultrassom ou tomossíntese. A mamografia é um exame caro: mito O exame pode ser feito gratuitamente pelo SUS e, atualmente, é coberto obrigatoriamente por todos os convênios e planos de saúde. Homens também podem fazer mamografia: verdade Os homens também podem precisar fazer esse exame, mas ele só é solicitado quando o paciente apresenta alguma queixa, como um nódulo. Por ser uma doença rara nos homens, não existe a necessidade de rastreamento. Agora que você tem mais informações sobre a mamografia, já sabe que o exame é extremamente importante. Compartilhe essas informações nas suas redes sociais para que outras pessoas também se conscientizem disso!

Como evitar o Alzheimer

O Alzheimer é uma das doenças abordadas na campanha Fevereiro Roxo, que também conscientiza a população sobre o lúpus e a fibromialgia. As três doenças apresentam sintomas que debilitam o paciente no dia a dia e nenhuma tem cura, mas todas podem ser controladas. O aumento da longevidade gera diversos impactos e, entre as demências que surgem na idade avançada, está o Alzheimer, uma doença que gera consequências para o paciente e seus familiares. Apesar de ocorrer em idades mais avançadas, o Alzheimer tem um longo processo de evolução até apresentar os primeiros sintomas e, depois de se estabelecer, não tem cura. Por isso, é importante tomar cuidados tanto para se prevenir desde cedo quanto para evitar os avanços da doença. O Alzheimer é caracterizado pela atrofia e degeneração lenta e progressiva do cérebro, o que acaba afetando as funções cognitivas, especialmente a memória. Em casos mais avançados, também afeta a locomoção, a ingestão de alimentos e a comunicação. Para o diagnóstico da doença de Alzheimer, devem ser realizados exames físicos e neurológicos, com uma análise detalhada do histórico e dos sintomas apresentados pelo paciente. A doença está associada a fatores genéticos, ou seja, se existem casos na família, as chances de um descendente ter Alzheimer são mais elevadas. Porém, fatores ambientais e o estilo de vida são determinantes para que a doença se desenvolva ou não. Assim, para fazer a prevenção do Alzheimer, especialmente em casos de histórico da doença na família, existem alguns cuidados que ajudam a atrasar seu surgimento. A recomendação é que essas medidas de prevenção sejam tomadas o quanto antes para evitar as consequências no futuro. Continue acompanhando e veja algumas sugestões para colocar em prática na sua rotina: Cuidar da saúde geral Os exames de rotina são fundamentais para monitorar alguns parâmetros, como os níveis de colesterol, o índice de glicose e a pressão arterial. Descompassos nesses índices estão associados à morte de neurônios, perda da memória, problemas cognitivos e demência. Desta forma, podem contribuir para o desenvolvimento do Alzheimer. Estimular o cérebro Manter o cérebro sempre ativo, com atividades que estimulam o raciocínio e a memória, é uma das principais maneiras de prevenir do Alzheimer e evitar que a doença avance.  A formação intelectual também é muito importante para diminuir os riscos de apresentar sintomas de Alzheimer. Manter os problemas psicológicos sob controle Problemas psicológicos, como o estresse e a ansiedade03, por exemplo, afetam diretamente o cérebro, produzindo hormônios maléficos. As pesquisas também indicam que pessoas com depressão têm maior risco de desenvolver Alzheimer. Dormir bem Além de recuperar o organismo a cada dia, dormir pelo menos oito horas por noite ajuda a regular o funcionamento do cérebro, aumentando a capacidade de pensar, de guardar informação e de resolver problemas, prevenindo o surgimento de demências. Ter uma alimentação balanceada Os médicos recomendam a chamada dieta do Mediterrâneo, que conta com um cardápio repleto de frutas, verduras, peixes, azeite e cereais, além do consumo moderado de vinho. Esses alimentos são ricos em antioxidantes que protegem o cérebro de radicais livres. Fazer exercícios físicos Praticar atividade física faz bem para a saúde geral e também ajuda na prevenção do Alzheimer. Fazer exercício físico regularmente pode diminuir até 50% as chances de desenvolver a doença. O recomendado é fazer 30 minutos de atividade física de três a cinco vezes por semana. Controlar o peso Evitar o excesso de peso está longe de ser apenas uma questão estética. O sobrepeso e a obesidade estimulam a degeneração do cérebro, que encolhe e fica mais propenso a sofrer com os processos de demência. Agora que você já sabe as principais maneiras de prevenir o Alzheimer, já pode colocá-las em prática. Gostou de saber como evitar a doença de Alzheimer? Você também pode conferir  aqui no blog outros conteúdos tão interessantes quanto este e compartilhar com seus amigos.

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