Tudo sobre o câncer de cabeça e pescoço

Em 27 de julho é celebrado o Dia Mundial de Conscientização e Enfrentamento ao Câncer de Cabeça e Pescoço. A campanha “Julho Verde” reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso rápido ao tratamento. O câncer de cabeça e pescoço compreende os tumores que atingem a cavidade nasal, os seios da face, a boca, a laringe e a faringe. Vale lembrar que a boca e a garganta são órgãos essenciais para o ser humano, já que participam de processos importantes, como a respiração, a fala e a alimentação. Portanto, é fundamental reconhecer os sinais da doença, que, muitas vezes, são confundidos com sintomas de infecções. Para que você entenda melhor o câncer de cabeça e pescoço, detalhamos sobre a doença, a seguir. Que região é afetada pelo câncer de cabeça e pescoço? O câncer de cabeça e pescoço pode ocorrer em diversas regiões da boca, como os lábios, o revestimento interno da boca, a gengiva, a língua, o assoalho e o céu da boca, a área atrás dos dentes do siso, e também atrás da boca, na garganta, incluindo as amídalas. A doença ainda pode ocorrer na faringe, na laringe, nos seios da face (incluindo os maxilares) e na cavidade nasal. Pode atingir também as glândulas salivares, vasos sanguíneos, músculos e nervos da região e a glândula tireoide. Quais são os principais fatores de risco? O tabagismo e o álcool são os principais fatores de risco. Quando associados, a chance de desenvolvimento da doença aumenta ainda mais. Outro fator de risco importante é a infecção pelo vírus do papiloma humano (HPV), transmitido principalmente pelas relações sexuais. Como evitar o câncer de cabeça e pescoço? Evitar o tabaco e o álcool é fundamental. A infecção pelo HPV também pode ser evitada, por meio de relações sexuais protegidas e também pela vacina, oferecida gratuitamente para meninas e meninos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Também é importante manter uma boa higiene bucal, ter uma alimentação balanceada, à base de vegetais, proteínas e minerais, e ter cuidados na exposição solar para prevenir o câncer de pele na face, couro cabeludo e pescoço. Quais são os sinais que pedem mais atenção? - Ferida na boca sem cicatrização; - Área avermelhada ou esbranquiçada na gengiva, língua, amídala ou revestimento da boca; - Dificuldade para mastigar ou engolir; - Dentes frouxos ou moles na gengiva; - Dor em torno dos dentes ou mandíbula; - Mudanças na voz ou respiração ruidosa; - Mau hálito persistente; - Caroços no pescoço; - Irritação, dor na garganta ou sensação de que algo está entalado na garganta. Muitos desses sinais e sintomas podem ser causados por doenças menos graves, mas, ao identificar a existência de algum deles e a permanência por mais de duas semanas, é recomendado passar por uma consulta médica. Como obter o diagnóstico? Muitos casos de câncer de cabeça e pescoço podem ser diagnosticados precocemente durante exames médicos ou dentários de rotina. Diante de qualquer anormalidade, o médico ou dentista pode solicitar outros exames complementares e mais detalhados, como laringoscopia direta, tomografia computadorizada, biópsia, ressonância magnética, raio-X, endoscopia, entre outros. Se a doença for diagnosticada, é preciso descobrir o seu estágio para iniciar o tratamento. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico e iniciado o tratamento, maiores as chances de cura. Como é feito o tratamento? Os tratamentos são efetivos para a maioria dos pacientes com doença ainda localizada e, mesmo na doença metastática (que já atingiu outras áreas), estão sendo registrados grandes avanços, principalmente com redução dos efeitos colaterais. A indicação de tratamento depende de cada caso, já que diversas áreas podem ser afetadas. Ele pode ser realizado com terapia-alvo, radioterapia, quimioterapia e/ou cirurgia. Durante e após o tratamento, é essencial continuar realizando exames periódicos, tanto para verificar se é necessária alguma alteração no procedimento, quanto para garantir uma vida saudável depois de passar pela doença. Você conhecia todos esses detalhes do câncer de cabeça e pescoço? Pois agora que conhece, pode compartilhar esse conteúdo para que outras pessoas também fiquem atentas e cuidem mais da saúde!

O que é a Craniossinostose ou Cranioestenose?

Clique no número abaixo e faça seu orçamento para cirurgia de Craniossinostose, Cranioestenose ou a Microcirurgia para tumores intracranianos. 16 3902 -1442   O crânio é uma caixa composta por diversos ossos (em cores diferentes na imagem abaixo) e tem como função principal proteger o cérebro, além de vários outros órgãos que ocupam essa região do corpo. Essa “caixa” de ossos, assim como todo o resto do corpo humano, não nasce pronta e precisa crescer para que, dentro dela caiba o cérebro da criança, que também está se desenvolvendo e precisa de espaço! O crescimento do crânio depende do desenvolvimento cerebral e também das suturas cranianas. O bebê nasce com o crânio diferente do adulto, que tem algumas “rachaduras” que ao invés de osso, são compostas por uma membrana especial, que permite que o osso cresça naquela região e, quando estiver pronto, ela se fecha e também se funde com os ossos em volta!   Essas “rachaduras” são chamadas de suturas e não são a “moleira” (Que também é chamada de fontanela). É importante saber que esse problema nada tem a ver com as “moleiras” do bebê (que estão indicadas pelas setas e círculos azuis na imagem acima), mas sim com as suturas (que estão indicadas pelas setas e linhas laranjas). E dependendo de qual sutura é atingida pelo problema, o crânio adquire um formato diferente! No vídeo abaixo, você poderá conferir a explicação dada por um especialista sobre o que é a “moleira” do bebê: Clique aqui para assistir.   Agora que já sabemos onde é o problema, o que quer dizer essa palavra estranha? A palavra Craniossinostose vem da junção das palavras “crânio”, que é o nome dado ao conjunto dos ossos que compõe a cabeça e “sinostose”, que é o nome dado à “fusão” de dois ossos. Ou seja, a Craniossinostose acontece quando dois ossos da cabeça se fundem antes do momento certo e isso resulta em uma mudança do formato da cabecinha do bebê.   Para fazer um orçamento de cirurgia para correção da Craniossinostose, Cranioestenose ou a Microcirurgia para tumores intracranianos, clique no botão abaixo.     Quais os tipos de Craniossinostose? Em geral, as craniossinostoses são classificadas pelo formato da cabeça da criança, dependendo de qual sutura se fecha antes do momento certo. ·         Trigonocefalia: Ocorre quando a sutura que se fecha antes da hora é uma denominada “metópica” (Está indicada abaixo pela setinha e a linha laranjas), o que dá um formato triangular para a testa do bebê. ·         Escafocefalia: Ocorre quando a sutura que se fecha antes da hora é uma denominada “sagital” (Está indicada abaixo pela setinha e a linha laranjas), o que dá um formato alongado para a cabeça do bebê. Assim, a cabeça do bebê fica “impedida” de crescer para os lados e acaba se alongando, dando um aspecto de uma cabeça mais alta e estreita ao se olhar de frente, longa e estreita quando olhada de cima. ·         Plagiocefalia Posterior: Ocorre quando a sutura que se fecha antes da hora é denominada “lambdoide” (Está indicada abaixo pela setinha e a linha laranjas), o que dá um formato assimétrico e achatado na parte de trás em um dos lados para a cabeça do bebê.   Assim, a cabeça do bebê fica “impedida” de crescer para trás em um dos lados e acaba tendo sua forma alterada, ficando um pouco assimétrica. De lado, pode-se ter a impressão de que um dos lados da cabeça do bebê é mais alto que o outro ou que uma das orelhas está mais próxima do ombro. De frente, o mais importante é que geralmente o topo da cabeça parece inclinado e olhando de cima, nota-se que na parte de trás, um dos lados fica achatado. ·         Plagiocefalia Anterior: Ocorre quando a sutura que se fecha antes da hora é uma denominada “coronal” (Está indicada abaixo pela setinha e a linha laranjas), o que dá um formato assimétrico e mais achatado na frente em um dos lados para a cabeça do bebê.   Assim, a cabeça do bebê fica “impedida” de crescer para a frente em um dos lados e acaba tendo sua forma alterada, ficando um pouco assimétrica. De lado, pode-se ter a impressão de que um dos lados da cabeça do bebê é mais alto. De frente, o mais importante é que geralmente o topo da cabeça parece inclinado e olhando de cima, nota-se que na parte da frente, um dos lados fica achatado.                   ·         Braquicefalia: Semelhante à “plagiocefalia anterior”, ocorre quando a sutura que se fecha antes da hora é uma denominada “coronal”, mas, nesse caso, ela se fecha dos dois lados da cabeça (Está indicada abaixo pela setinha e a linha laranjas), assim dá um formato assimétrico para a cabeça do bebê, que, em geral, é mais “curta” e “alta”.   Assim, a cabeça do bebê fica “impedida” de crescer para a frente de ambos os lados e acaba tendo sua forma alterada, ficando um pouco assimétrica. De lado, a cabeça é “curta” e a parte de trás costuma ser mais achatada e levantada.     Para fazer um orçamento de cirurgia para correção da Craniossinostose, Cranioestenose ou a Microcirurgia para tumores intracranianos, clique no botão abaixo.   Como é feito o diagnóstico? Qual é o tratamento? A suspeita de craniossinostose deve ser feita pelo pediatra, durante as consultas rotineiras. O defeito craniano, decorrente da craniossinostose não melhora após o nascimento. Assim, deformidades cranianas persistentes devem ser investigadas. Neste momento, a investigação mais detalhada pode ser realizada por um médico especialista, geralmente o neurologista pediátrico ou o neurocirurgião pediátrico. A observação do formato da cabeça é muito importante e o diagnóstico pode ser confirmado por exames radiológicos, tais como a radiografia simples do crânio ou a tomografia computadorizada. Excepcionalmente, a ressonância nuclear pode ajudar. Além da confirmação diagnóstica, os exames radiológicos auxiliam no planejamento cirúrgico. No vídeo abaixo, você poderá conferir a explicação dada por um especialista sobre o que é a craniossinostose (ou Cranioestenose): Assista ao vídeo clicando aqui O tratamento da craniossinostose é a correção cirúrgica e, em geral, quanto mais precoce a cirurgia for realizada, respeitando o peso da criança e as condições clínicas, os resultados tendem a ser melhores. A escolha de um profissional especializado, além de uma estrutura hospitalar adequada são fundamentais para a obtenção de um bom resultado. [caption id="attachment_2480" align="aligncenter" width="496"] Criança com escafocefalia antes (acima) e após (abaixo) o tratamento cirúrgico.       [/caption] O uso do “capacete” craniano (órtese) não corrige a deformidade craniana secundária à craniossinostose e não deve ser utilizado para esta finalidade. A órtese (capacete) pode ser utilizada após tratamentos cirúrgicos corretivos endoscópicos ou em casos muito selecionados nos quais existe uma deformidade postural importante, por exemplo, após longa permanência na mesma posição ou secundária ao torcicolo congênito. Ou seja, em casos muito específicos. A alteração craniana do lactente mais comum é a “deformidade postural”, que é frequentemente confundida com a craniossinostose verdadeira (que é a que comentamos até agora). A deformidade postural ocorre porque a criança permanece apoiada na mesma posição durante muito tempo repetidamente (geralmente, deitada de costas).As orientações adequadas nesse caso, envolvem as mudanças regulares de posição e o tratamento cirúrgico não está indicado nestes casos. Além do formato da cabeça, há mais algum problema? Depende bastante! Às vezes a craniossinostose acontece de forma isolado, ou seja, sozinha, e isso não traz problemas imediatos para a criança, mas a consulta com um neurocirurgião pediátrico tem importância fundamental, sabendo que existem riscos de complicações como: hipertensão intracraniana com consequente sofrimento encefálico (a pressão dentro da cabeça da criança fica mais alta que o ideal, e isso acaba machucando o cérebro dela), que pode inclusive cursar com regressão ou atraso do desenvolvimento neuropsicomotor, problemas de visão e problemas a longo prazo, ligados com a autoestima e aceitação, por razão estética. Após o diagnóstico de craniossinostose é importante que a criança passe por uma avaliação genética com o médico geneticista. Em algumas situações, existem síndromes genéticas responsáveis pela deformidade craniana. São as craniossinostoses sindrômicas, dentre as quais, se destacam como  as mais comuns: Síndrome de Crouzon, Síndrome de Apert, Síndrome de Pfeiffer, Síndrome de de Seathre-Chotzem e Síndrome de Carpenter.   Para fazer um orçamento de cirurgia para correção da Craniossinostose, Cranioestenose ou a Microcirurgia para tumores intracranianos, clique no botão abaixo.   LIGUE: 16 3902 -1442 Redação:   Renan M. P. Gerônimo (Acadêmico de Medicina FMRP – USP);   Revisão:     Prof. Dr. Ricardo S. de Oliveira (Divisão de Neurocirurgia – HCFMRP USP – Presidente da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia Pediátrica – Livre-Docente FMRP-USP)                                             

As principais habilidades de um pediatra

Em 27 de julho é celebrado o Dia do Pediatra, profissional que estuda, trata e acompanha o ser humano desde a fase perinatal – a partir da 20ª. semana de gestação –, passando pelo nascimento até a adolescência. Cabe ao pediatra, também, responder pelos cuidados relacionados à prevenção de doenças e orientação de seus pacientes na busca de práticas de uma vida saudável, que incluem alimentação adequada, atividade física, vacinações, enfrentamento de dificuldades escolares, sociais e sexuais, entre outras. Os pediatras têm, ainda, papel fundamental no suporte ao aleitamento materno,  na prevenção de acidentes, na prevenção aos sintomas da violência, assim como na defesa de políticas públicas com foco na população pediátrica. Para desempenhar essas funções, algumas habilidades são essenciais. Você quer saber quais são? Continue acompanhando esse conteúdo que elas estão listadas a seguir. Formação Depois de cursar Medicina, é preciso passar por um programa de três anos em Residência em Pediatria. Posteriormente, o profissional consegue a inscrição da especialidade junto ao registro do Conselho Regional de Medicina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, existem quase 300 instituições brasileiras que oferecem a residência na área. Se o profissional se interessar por áreas específicas da pediatria, deve, depois disso, fazer estudos e treinamentos em serviços especializados. 2.      Trabalho em equipe Nenhum médico realiza seu trabalho sozinho, portanto, ele deve saber lidar com outros colegas, tanto de sua própria equipe ou especialistas de outros segmentos relacionados, quanto com demais profissionais de saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, entre outros. 3.      Atenção ao paciente O foco de atenção do pediatra não deve estar nos problemas de saúde, mas na própria criança ou adolescente que está acompanhando. Ele deve considerar seu histórico de saúde e estilo de vida, ouvir suas queixas e anseios, conversar com os pais e realizar um atendimento calmo para oferecer atenção integral. Assim é o chamado atendimento humanizado. Acolhimento e confiança Por atender bebês, crianças e adolescentes, que nem sempre conseguem se expressar claramente, o pediatra deve realizar seu trabalho com vocação, dedicação, amor, respeito e empatia. Desta forma, conquista a confiança do paciente e consegue proporcionar um atendimento acolhedor. Acessibilidade Os cuidados com a saúde dos bebês, crianças e adolescentes são inúmeros e representam muitos desafios e descobertas para as mães. Por isso, ter um pediatra acessível representa conforto e segurança. Poder localizar o profissional em uma emergência, ter acesso a suas orientações em situações de apreensão ou mesmo ter suas questões respondidas com atenção em consultas de rotina gera muita tranquilidade. Amor ao trabalho A rotina dos médicos, em geral, é bastante corrida e, a cada jornada de trabalho, surgem novos desafios. Porém, quando o médico se dedica à profissão com amor, consegue ter flexibilidade para atender aos mais diversos casos, segurança e tranquilidade para transmitir orientações da forma correta e, ainda, disciplina para se manter atualizado com as constantes inovações. Inteligência emocional Geralmente, os médicos que optam pela Pediatra gostam naturalmente de crianças. No dia a dia, eles entram em contato com casos leves e sem grandes sobressaltos, mas também com dores intensas, diagnósticos de doenças severas, além de casos de violência, maus tratos e até perda de pacientes. Por isso, a inteligência emocional é primordial para que eles não deixem a sensibilidade aflorar a ponto de interferir no profissionalismo. Com essas habilidades, o pediatra está preparado para a sua função principal: cuidar das crianças e contribuir para que sejam construídas futuras gerações muito mais fortes e saudáveis. Você conhece algum pediatra, trabalha na área ou pretende trabalhar? Deixe seu comentário aqui!  

7 curiosidades sobre as hepatites virais

O Ministério da Saúde tem a missão de eliminar as hepatites virais até 2030. Com cerca de 40 mil casos da doença notificados anualmente no país – isso sem contar as subnotificações – a tarefa é bastante desafiadora.   Uma das principais dificuldades é a identificação da doença, já que, na maioria dos casos, os sintomas não são evidentes e a evolução é silenciosa. Desta forma, muitas vezes, é descoberta quando está em estágio avançado.   Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites virais são responsáveis por cerca de 1,3 milhão de mortes ao ano no mundo. Elas representam a segunda maior doença infecciosa letal do mundo, atrás apenas da tuberculose.   As hepatites virais são inflamações que, aos poucos, matam as células do fígado e as transformam em cicatrizes que endurecem o tecido, formando as chamadas fibroses. Em estágio avançado, comprometem a função do fígado, provocam cirrose e câncer.   As principais causas dessa condição são os vírus, alguns medicamentos, consumo excessivo de álcool e outras drogas, doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.   Quer saber mais sobre isso? Continue acompanhando esse conteúdo que, a seguir, estão listadas 7 curiosidades sobre as hepatites virais.   As hepatites virais apresentam diferentes formas de transmissão e prevenção As relações sexuais desprotegidas, por exemplo, representam uma das formas de transmissão das hepatites A, B, C e D. Já a hepatite E é transmitida exclusivamente por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados com material fecal contendo o vírus. Portanto, é importante contar sempre com a orientação de um médico para conhecer as formas de prevenção e transmissão de cada tipo.   Existem outras hepatites além da A, B, C, D e E A hepatite alcoólica é causada pelo consumo excessivo de álcool durante muitos anos e, geralmente, não causa nenhum sintoma até atingir graus mais severos. Existe também a hepatite autoimune, que ocorre quando o sistema imunológico se volta contra as células do fígado.   Três das cinco hepatites virais mais comuns podem ser evitadas por vacinas Existe vacina contra a hepatite A e a hepatite B (que também protege conta a hepatite D). Para as hepatites C e E não existem vacinas. A hepatite E é rara no Brasil e mais comum em países da Ásia e da África.   Os sintomas podem ser parecidos com os de outras viroses As hepatites virais são, geralmente, silenciosas, mas, às vezes, alguns sintomas se manifestam: vômito, enjoo, tontura, cansaço, febre, mal estar, pele e olhos amarelados, dor no abdômen, fezes claras e urina escura. Desta forma, o quadro pode passar despercebido ou ser confundido com o de outras viroses que afetam o aparelho digestivo.   É preciso fazer o teste para identificar a doença O diagnóstico pode ser feito por testes rápidos ou exames laboratoriais, todos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ele é essencial para o médico planejar a estratégia de tratamento e evitar o comprometimento do fígado.   Gestantes devem fazer o teste Como o vírus pode ser transmitido ao feto por meio da gestação, no parto ou durante o aleitamento materno, é importante que as gestantes façam uma análise de sangue para as hepatites no início da gravidez. Recém-nascidos de mães portadoras devem receber imunoglobulina específica e vacina para hepatite B imediatamente após o parto e, depois, repetir a vacinação entre nove e 15 meses.   Os tratamentos para cada tipo de hepatite são diversos As hepatites A e E, na maioria dos casos, são curadas com repouso e dieta. A hepatite B também pode receber o mesmo tratamento, mas, em alguns casos, pode se tornar crônica e precisar de acompanhamento com remédios ao longo da vida. Novos antivirais têm representado 90% de cura para pacientes com hepatite C. A hepatite D, quando isolada, também exige apenas repouso e dieta, porém, quando combinada com a forma crônica da hepatite B, torna-se mais grave e exige combinações de medicamentos para controlar a reprodução dos dois vírus.   O dia 28 de julho marca a Luta Mundial Contra as Hepatites Virais. Aproveite para compartilhar essas informações nas suas redes sociais e ajudar a combater a doença através da informação!    

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