7 formas de manter a saúde mental

Este mês, a campanha Janeiro Branco coloca a saúde mental no centro das atenções. A proposta é conscientizar a população sobre a importância de cuidar da mente para ter uma saúde plena. Sobrecarga de trabalho, avalanche de informações, problemas socioeconômicos, cobranças por uma plenitude ilusória e diversos outros fatores são capazes de colocar a saúde mental em risco. As consequências podem ser as mais variadas: da fadiga extrema e da descarga emocional até transtornos de ansiedade, afetando o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde geral. Atentos a isso, reunimos algumas ações que podem ser adotadas no dia a dia para manter a saúde mental em harmonia. Acompanhe as dicas a seguir. Faça atividade física com frequência Além de proporcionar momentos de refúgio da correria cotidiana, desviando o pensamento dos problemas do dia a dia, a prática de exercícios físicos estimula a liberação da dopamina, o hormônio da felicidade. A prática de atividades físicas também é importante para eliminar toxinas e manter a saúde física. Vale lembrar que um corpo saudável é mais disposto, motivado e feliz. Use o tempo a seu favor A falta de tempo, muitas vezes, é a grande vilã do cansaço mental. A correria do dia a dia provoca frustrações por impedir a conclusão do que foi planejado. Para evitar esse desgaste de lutar contra o tempo, use-o a seu favor. É importante organizar suas horas para poder cumprir as demandas da vida pessoal e profissional. Porém, também é essencial reservar um tempo para si mesmo, com momentos de relaxamento e convivência com pessoas queridas. Crie uma atmosfera positiva Para criar uma atmosfera positiva, procure se cercar de pessoas agradáveis, com as quais se sente bem e feliz. Afaste as pessoas tóxicas, os problemas sem solução e a preocupação em excesso. Também é importante desenvolver a fé, pois ela reforça a crença na vida e conecta as pessoas com significados particulares, independentemente de religião. Por fim, esteja em contato com a natureza. A conexão com o meio ambiente faz bem para o corpo e para a mente. Estabeleça uma boa relação com as redes sociais Muito é falado a respeito do uso descontrolado das redes sociais, das frustrações e das decepções que ela pode causar diante do excesso de informações e de comparações com a vida de outras pessoas. É fundamental manter em mente que as redes sociais fazem uma amostragem do que as pessoas querem transmitir, mas que a vida acontece na realidade. Portanto, o uso moderado e consciente é tão importante. Não desperdice tempo, sono e a convivência com pessoas queridas por conta disso. Tenha boas noites de sono É muito importante dormir bem e manter uma boa rotina de sono. Noites mal dormidas podem agravar os transtornos mentais e emocionais. O recomendado é dormir oito horas diárias, mas cada um tem suas necessidades. O que importa é priorizar o sono como um momento fundamental para o relaxamento do corpo e da mente. Seja generoso com você Já parou para pensar que, muitas vezes, você é generoso com as outras pessoas, mas esquece de ser assim com você? Busque a sua satisfação com atividades que proporcionem bem-estar, adote pensamentos de esperança e otimismo, e desfrute de um tempo ao lado das pessoas que ama. Essas ações fazem com que a vida tenha sentido e cor. Busque ajuda profissional É natural não se sentir feliz e motivado o tempo todo. A ansiedade, o estresse e outras emoções fazem parte da vida, mas, se isso persistir por muito tempo ou causar desconforto, procure ajuda de um terapeuta. Há profissionais capacitados para aliviar essas cargas emocionais intensas e ajudar as pessoas a lidar com os sentimentos, emoções e frustrações. Viu como algumas ações simples podem ser aplicadas no dia a dia e proteger a saúde mental? Comece já a praticar e perceba os benefícios que pequenas atitudes podem proporcionar. Repasse essas dicas para sua família e seus amigos e ajude a protegê-los também. Basta compartilhar esse conteúdo com eles!

5 coisas que você deveria saber sobre a hanseníase

No calendário colorido da saúde, o Janeiro Roxo promove a conscientização sobre a hanseníase, antigamente conhecida como lepra. A doença é crônica e ataca principalmente a pele e os nervos periféricos, podendo levar à incapacidade física. A hanseníase é uma doença infecciosa, causada por uma bactéria chamada Mycobacterium leprae – ou bacilo de Hansen –, e foi identificada em 1873 pelo cientista Armauer Hansen. Porém, há registros de casos há mais de 4.000 anos, na China, no Egito e na Índia. Apesar de ser uma das doenças mais antigas e do Brasil ser o segundo país com mais casos no mundo, a hanseníase ainda é rodeada de mitos. A seguir, vamos listar 5 coisas que você deveria saber sobre a hanseníase. Os sintomas podem ser discretos A hanseníase pode se apresentar com manchas mais claras, vermelhas ou mais escuras. Às vezes, são pouco visíveis e com limites imprecisos. Os infectados também podem apresentar  alteração da sensibilidade no local junto com perda de pelos e ausência de transpiração. Se o nervo de uma área é afetado, a hanseníase provoca dormência, perda de tônus muscular, sensação de choque e retrações dos dedos, evoluindo para incapacidades físicas. Nas fases agudas, podem aparecer caroços e inchaços nas partes mais frias do corpo, como orelhas, mãos, cotovelos e pés. Não é fácil diagnosticar a doença A Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH) aponta que menos de 50% dos casos são identificados por exames de laboratório. Por isso, tanto a entidade quanto o Ministério da Saúde indicam o exame clínico como a forma mais segura de identificação da doença. O exame clínico inclui palpação de nervos, observação da pele e testes de sensibilidade. Também podem ser feitos outros exames, como biópsia, baciloscopia e eletroneuromiografia. A doença leva de cinco a dez anos para se manifestar e, se demorar para ser diagnosticada, pode provocar sequelas irreversíveis, como garras de mãos, pés caídos, paralisia facial, úlceras em pernas e pés, e podem atingir órgãos internos. A hanseníase pode ser prevenida Ter hábitos saudáveis e alimentação adequada, evitar o álcool e praticar atividade física, além de manter boas condições de higiene, são ações que contribuem para a prevenção da hanseníase. Porém, as melhores formas de prevenção ainda são o diagnóstico precoce e o tratamento adequado, assim como o exame clínico e a indicação de vacina BCG para melhorar a resposta imunológica dos contatos do paciente. Existe uma rede de contatos da doença A transmissão da bactéria ocorre por meio de convivência muito próxima e prolongada com o doente que não está em tratamento, por contato com gotículas de saliva ou secreções do nariz. Por isso, o programa de controle da hanseníase é voltado também para os familiares do paciente, que são chamados de contatos. Desta forma, a cadeia de transmissão é fechada por meio de um programa de vigilância anual. A maioria da população, porém, tem resistência parcial à hanseníase e nem todas as formas clínicas transmitem, apenas as mais graves. Há cura para a hanseníase O tratamento para a hanseníase é eficaz e cura. Hoje, a poliquimioterapia (PQT), fornecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), proporciona a cura para a maioria dos pacientes, entre seis e 12 meses após o início do tratamento. Em casos especiais, esse período pode ser prorrogado ou a medicação substituída. Após a primeira dose da medicação, não há mais risco de transmissão durante o tratamento e o paciente pode conviver com outras pessoas. Vale ressaltar que mesmo depois de passar pelo tratamento, é possível que o paciente continue sofrendo com problemas neurológicos. Por isso, quem teve hanseníase deve seguir com acompanhamento médico por, no mínimo, dez anos depois de ser considerado curado. Agora que você já sabe mais sobre a hanseníase, pode ajudar a prevenir a doença compartilhando informações sobre ela. Indique essa leitura aos seus amigos por meio das redes sociais!

Mitos e verdades sobre queimaduras

Uma das principais funções da pele é a de proteger o organismo contra agentes externos. Por meio de um processo inflamatório intenso, as queimaduras lesionam a pele, alterando essa função, provocando dor e podendo proporcionar outras consequências. As queimaduras são provocadas pelo contato direto com calor, frio intenso, radiação, eletricidade ou substâncias químicas. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Queimaduras, os acidentes gerando queimaduras atingem, no Brasil, pelo menos um milhão de pessoas por ano. Os motivos são os mais diversos, a começar pelo contato com líquidos aquecidos na cozinha. Esse tipo de acidente é responsável por 50% das ocorrências, tanto em adultos quanto em crianças. Também figuram nesta lista as queimaduras provocadas pelo mau uso do álcool, pela exposição ao sol, pelo contato com águas-vivas, pelo manuseio com o fogo ou corrente elétrica, e também, queimaduras causadas por fogos de artificio, muito comuns nesta época de final de ano. Existem queimaduras de primeiro, segundo e terceiro grau. Para tratá-las de maneira eficaz, é necessário vencer a dor, prevenir a extensão e promover a cicatrização. Nem sempre as informações a respeito das queimaduras são verdadeiras. Por isso, listamos alguns mitos e verdades sobre as queimaduras. É preciso passar algo urgente na queimadura para aliviar a dor: mito Basta ver uma queimadura com óleo quente que alguém já sugere passar creme dental, manteiga, pó de café, clara de ovo ou mesmo pomadas para aliviar a dor. Esses produtos podem até trazer alívio no momento da aplicação, mas em longo prazo eles pioram a situação. Além dessas atitudes não representarem a solução, elas podem provocar infecções e atrapalhar o processo de cicatrização das lesões. A água acalma a dor: verdade Se a pessoa está cozinhando e se queima, a primeira atitude é resfriar a região afetada. Então, deve colocar a parte queimada debaixo de água fria e corrente durante alguns minutos. Isso permite limitar a extensão e acalmar a dor. Depois disso, é importante cobrir a queimadura com uma gaze para evitar infecção da área. Pele queimada não precisa de proteção: mito Após uma queimadura, a pele fica frágil e sensível. Por isso, é necessário proteger a área queimada. Existem produtos adequados e até mesmo o filtro solar é eficaz em casos de queimaduras de sol. É recomendado, inclusive, intensificar a proteção, já que a queimadura solar pode causar danos futuros à pele, como câncer, envelhecimento precoce, manchas escuras e cicatrizes. A queimadura pode deixar cicatriz: verdade Se a marca deixada pela queimadura permanecer vermelha, espessa e com coceira, o melhor é procurar um médico, pois podem se formar cicatrizes que precisam de um tratamento específico. Além disso, é necessário proteger a cicatriz do sol com um produto de proteção elevada. Pode tirar as bolhas: mito As bolhas servem para proteger a pele enquanto ela se restabelece. Caso contrário, a pele pode ficar ainda mais sensível e exposta a possíveis infecções. Por isso, não coce, esvazie com agulha ou estoure as bolhas, a menos que esta seja uma decisão e atitude de um profissional de saúde. Nem sempre a água ajuda: verdade Se uma pessoa estiver pegando fogo, não jogue água. Ela deve deitar no chão e rolar até que o fogo apague ou, então, jogue um cobertor de tecido firme em cima dela. Quanto mais tempo a pele permanecer quente, maior será a lesão. Nesse caso, é importante procurar ajuda médica o quanto antes. Pele negra não precisa de proteção: mito Todos os tipos de pele estão sujeitos aos efeitos prejudiciais da exposição ao sol. Os raios ultravioletas penetram profundamente na pele e danificam o DNA, podendo causar câncer de pele. Por isso, a proteção com filtro solar é indispensável para todos os tipos de pele. Queimaduras profundas não doem: verdade As queimaduras profundas não causam dores, pois danificam as terminações nervosas e, assim, o cérebro deixa de receber a mensagem de dor. As demais queimaduras causam dor e a gravidade depende da extensão atingida e da profundidade na pele. Você já conhecia essas informações? Para nós, é muito importante que você fique bem informado. Não deixe de ler também outro post que preparamos sobre o assunto aqui no blog: 10 maneiras de evitar queimaduras.

7 dicas para manter a forma nas festas de fim de ano

Dezembro chega e, com ele, iniciam-se também as festas de confraternização. Mesmo com as medidas restritivas por conta da pandemia, algumas reuniões acontecem e um dos desafios é manter a forma neste período. Afinal, são muitas as tentações durante esses encontros, principalmente nos almoços e ceias de Natal e Ano Novo. Somado a isso, muitas vezes, os exercícios físicos são deixados de lado porque o tempo é tomado pelos preparativos das festas. Enfim, não é fácil manter a linha, mas, existe uma atitude capaz de ajudar: praticar a moderação. Quando ela entra em cena, é possível evitar os excessos, sem passar vontade de receitas típicas ou mesmo se privar da companhia de pessoas queridas. A seguir, compartilhamos algumas dicas para que você possa aproveitar as festas de fim de ano da melhor maneira possível, sem comprometer os ganhos conquistados ao longo do ano. Mantenha o equilíbrio É possível provar todas as receitas típicas dessa época, mas fique de olho na quantidade para manter o equilíbrio. Lembre-se de uma dica de ouro: o segundo pedaço tem o mesmo gosto que o primeiro. Então, invista em pequenas porções e não queira comer tudo de uma vez. Faça boas escolhas Evite os petiscos mais calóricos como queijos gordos, salames e azeitonas, por exemplo, e dê preferência para as castanhas, frutas secas e torradas. Prefira as carnes magras, como do peru e do chester. Elas são mais leves, menos calóricas e ajudam a manter a massa magra, por conta da boa quantidade de proteína. Conserve seu planejamento alimentar Se você manteve uma rotina de alimentação durante todo o ano, com refeições bem distribuídas, não é no fim do ano que isso deve mudar. Siga a sua rotina de alimentação e tente manter o controle ao longo do dia até o momento do evento. Também é importante não pular refeições esperando a hora da ceia. Chegar à mesa morrendo de fome é caminho certo para os exageros. Controle-se na hora da sobremesa A sobremesa é um momento convidativo para o desequilíbrio. O problema é que, muitas vezes, esses alimentos são vazios, ou seja, têm sabor agradável, mas alto índice de gorduras e poucos nutrientes.  Dê preferência às frutas da época, como lichia, figo, cereja e ameixa. Beba com moderação Lembre-se que 1g de álcool possui 7 kcal, ou seja, uma lata de cerveja ou uma taça de vinho tinto têm cerca de 150 kcal. Portanto, não beba desenfreadamente e reserve a taça de espumante para a hora do brinde.  Também é importante intercalar a ingestão de bebida alcóolica com água. Tenha cuidado com as sobras Nessa época, a palavra exagero aparece com frequência, inclusive, na quantidade de pratos preparados para as ceias e almoços, que acabam resultando nas sobras. Isso representa um perigo, pois a comilança pode se estender por um ou dois dias após a festa. Então, o controle começa bem antes da festa acontecer e segue depois dela. Não esqueça os exercícios Encontre um horário para realizar exercício físico. Parar de repente com as atividades pode causar perdas importantes de condicionamento e reflexos na forma atual. Além disso, como o consumo de comida e bebida aumenta, é interessante aumentar o gasto calórico também. Portanto, reserve alguns minutos durante a semana para fazer caminhadas, andar de bicicleta ou mesmo jogar bola com as crianças. O importante é não ficar parado por muito tempo. Agora que você já sabe como manter a forma nas festas de fim de ano, pode aproveitar sem culpa esses momentos de descanso, harmonia com a família e celebrações. Compartilhe esse conteúdo com outras pessoas. Desta forma, elas também serão envolvidas nessa corrente saudável e terão um fim de ano equilibrado.16

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