Outubro Rosa: É hora de se cuidar

  Hoje quase toda a população tem conhecimento sobre a campanha Outubro Rosa, mas você sabe exatamente do que se trata? Conheça sua história e quais as prevenções que podem ser realizadas contra o câncer de mama.   O que é o Outubro Rosa? É um movimento internacional de conscientização para prevenção do câncer de mama. O movimento iniciou-se em 1990 pela Fundação Susan G. Komen For the Cure e em 2002 chegou ao Brasil, desde então vem ficando cada vez mais forte. Em 2018 criou-se a lei 13.733 que dispõe várias atividades de conscientização sobre o câncer de mama.   Prevenções O Outubro Rosa vem para deixar as pessoas mais conscientes sobre esse tipo de câncer, que hoje, acomete cerca de 24.5% dos tipos de tumores diagnosticados. A estimativa de novos casos em 2021, de acordo com o INCA, é de 66.280. Lembre-se: Se o diagnóstico for rápido, haverá mais chance de tratamentos!   Atividades físicas também auxiliam na redução do câncer de mama?   Estudos recentes mostraram que permanecer ativo reduz o risco de desenvolver câncer de mama em cerca de 20%; O risco de recaída também é muito menos provável em mulheres que praticam exercícios e esportes: três horas por semana reduziriam o risco de recorrência em 20%; Essa taxa sobe para 50% para mulheres que praticam 9 horas de esporte por semana.   Alguns tipos de prevenção:   Mamografia: é um exame que se deve fazer periodicamente ou caso haja alguma alteração na região da mama. Faz-se esses exames a partir dos 35 anos, em geral. Deve-se ficar atento a alguns mitos e verdades sobre o exame de mamografia! Lembrando que pode-se realizar esse exame pelo SUS e em qualquer mês, o Outubro Rosa é para conscientização, mas a prevenção deve ocorrer independentemente do mês. Hábitos saudáveis: acredita-se que por meio de alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, além de evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis. Os principais fatores de risco relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama são:    Excesso de peso Falta de atividade física Consumo de bebidas alcoólicas   Cuidados Além de se atentar ao próprio corpo, também é recomendado que mulheres de 40 a 69 anos façam uma mamografia de rastreamento anualmente. Esse exame pode ajudar a identificar o câncer antes do surgimento dos sintomas. Juntamente é claro com o exame de toque, onde a mulher faz um “autoexame” em sua mama, na procura de possíveis nódulos ou alterações em seu seio.  Um autoexame completo é realizado em três etapas: a observação em frente ao espelho, a apalpação durante o banho e a apalpação deitada.    Para saber mais, acesse o link e baixe agora o nosso e-book!

Mitos e verdades sobre a vacinação

A pandemia da COVID-19 trouxe à tona a discussão de um assunto extremamente relevante: a vacinação. Aproveitando que em 17 de outubro é o Dia Nacional da Vacinação, cabem aqui alguns esclarecimentos sobre o tema, sem se ater, especificamente, à COVID, mas à vacinação de forma geral.   Primeiro, é importante reforçar que as vacinas não representam apenas a proteção da saúde individual, mas sim coletiva, para que toda a população possa evitar a propagação de doenças que causam mortes, sequelas graves e sobrecarregam os sistemas de saúde.    Para que a proteção coletiva aconteça, é fundamental que todos estejam informados sobre a importância de aderir às campanhas de vacinação, mas também entender como as vacinas funcionam.   Para isso, elencamos alguns mitos e verdades sobre as vacinas. Continue acompanhando esse conteúdo, baseado em informações de Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), para tirar todas as suas dúvidas.   Vacinas podem causar efeitos colaterais: verdade Toda vacina pode provocar reações indesejáveis, como manchas e coceira na pele, inchaço nos lábios e nas pálpebras, dificuldade para respirar, febre, dor ou inflamação no local da aplicação. As reações costumam ser leves e desaparecem rapidamente.   Quanto mais fortes forem as reações, mais protegida a pessoa está: mito A eficácia das vacinas não está relacionada à intensidade dos efeitos colaterais. No geral, as vacinas provocam cada vez menos reações adversas.   É possível tomar a mesma vacina duas vezes: verdade Se alguém não lembra se foi imunizado contra alguma doença e perdeu sua carteirinha de vacinação, é aconselhável procurar um centro de imunizações para buscar orientações, saber quais vacinas devem ser tomadas e os possíveis efeitos colaterais.   Algumas vacinas exigem mais de uma dose, mas a primeira dose já imuniza: mito Se algumas vacinas exigem a segunda dose é porque essa programação é necessária. Para o desenvolvimento de imunidade adequada para prevenir as doenças causadas por vírus e bactérias é preciso seguir corretamente o calendário de vacinação.   É preciso tomar vacina mesmo para doenças erradicadas: verdade Mesmo que uma doença já esteja erradicada em um país, o vírus continua circulando em outras partes do mundo e pode voltar a se espalhar. No Brasil, um exemplo disso é o sarampo, considerado eliminado em 2016 e, devido à baixa adesão à vacinação, voltou em 2018.   Vacinas não são seguras: mito As vacinas passam por fases de testes criteriosos antes de serem liberadas pelos órgãos regulatórios de saúde. Nesses testes, além da eficácia da imunização, também são avaliados possíveis efeitos colaterais e a segurança.    Mesmo doenças que não são graves podem precisar de vacina: verdade Todas as doenças inclusas no calendário de vacinas podem causar complicações graves, principalmente a populações vulneráveis, que incluem grávidas, crianças pequenas, idosos, pessoas com doenças crônicas ou imunocomprometidas.    É melhor ser imunizado por meio da doença do que por meio de vacinas: mito A vacinação é a forma mais segura de uma população evitar a transmissão de doenças e, consequentemente, um colapso dos sistemas de saúde. A ideia de imunizar uma população pela infecção é muito perigosa porque causaria um grandioso número de mortes antes de atingir a imunidade.   Há vacinas contraindicadas para alguns grupos: verdade Vacinas como a da febre amarela, da varicela e do sarampo, feitas com o agente infeccioso atenuado, podem ser contraindicadas para gestantes e pessoas com a imunidade prejudicada. Já as vacinas com o agente infeccioso inativado, como a da gripe, pneumonia e tétano, podem ser aplicadas mesmo em pessoas com o sistema imune debilitado. É importante consultar o médico para saber o que é indicado para cada caso.     O mercúrio contido nas vacinas faz mal à saúde: mito O mercúrio é usado como conservante nos frascos que contêm várias doses de vacinas. O objetivo é evitar a contaminação por fungos, bactérias e outros microrganismos. A substância é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e usada em doses muito baixas, sendo eliminada rapidamente pelo corpo.   Com essas informações, você está mais consciente da importância das vacinas e também pode comemorar o Dia Nacional da Vacinação. Aqui no blog há diversos outros conteúdos que podem ser do seu interesse. Não deixe de acompanhar!  

10 dicas para manter a saúde mental

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define a saúde como um estado de completo bem-estar físico, mental e social. O viés mental, porém, nem sempre recebeu a devida atenção, mas isso vem mudando nos últimos anos.   Se antes a questão da saúde mental estava conectada ao conceito de fraqueza, maluquice ou mesmo a um luxo a que poucos tinham acesso, hoje se entende que ela é determinada por uma série de fatores socioeconômicos, biológicos e ambientais.   A mente acaba adoecendo por diversos fatores, entre eles o ritmo acelerado dos dias atuais, a sobrecarga nas tarefas, os medos, os problemas afetivos, as relações familiares, as emoções reprimidas, o estresse no trabalho, a ansiedade e um estilo de vida pouco saudável.   Porém, algumas atitudes podem mudar esse contexto. Ações simples têm o poder transformador de contribuir para uma vida mais saudável. Aproveitando que em 10 de outubro é comemorado o Dia Mundial da Saúde Mental, vamos mostrar alguns cuidados que podem ajudar a manter a mente saudável.    Pratique o autocuidado O autocuidado ajuda a manter em harmonia os campos mental, físico, emocional e social. Ele está ligado a uma mente ativa, hábitos saudáveis, autoconhecimento, empatia e bem-estar. É preciso se aceitar, se gostar e se valorizar, sem diminuir os outros.   Conviva com quem você ama Manter boas relações é fundamental para a existência humana e desfrutar de um tempo ao lado das pessoas que ama faz com que a vida tenha sentido. Estar ao lado de amigos e familiares reforça a sua conexão com eles e com o mundo.    Mantenha o cérebro ativo É muito importante exercitar o cérebro e há diversas formas de fazer isso, seja adquirindo novas habilidades, tentando um novo hábito, fazendo um curso, estudando, aprendendo a tocar um instrumento ou fazendo algum tipo de arte.   Exercite o corpo A prática de atividades físicas é importante para exercitar o corpo e descarregar a energia canalizada. Aproveite o momento dos exercícios para melhorar a estrutura muscular, a flexibilidade e o equilíbrio, mas também para refletir, rever conceitos e prioridades.   Cuide da alimentação Comer bem é um conceito que está ligado ao bem-estar geral e não apenas à boa forma física. A mente saudável também precisa de um corpo bem cuidado.  Uma alimentação balanceada e bem distribuída ao longo do dia mantém o organismo equilibrado e nutrido.    Tenha boas noites de sono Uma boa rotina de sono é essencial. A qualidade é mais importante que a quantidade, já que cada pessoa tem necessidades individuais. O que vale é priorizar o sono como um momento de relaxamento do corpo e da mente.   Permita-se ter momentos de lazer Dedicar-se ao trabalho e a outros compromissos representa responsabilidade e comprometimento, porém, é não se pode esquecer de reservar um tempo para o descanso e o lazer. Faça atividades que deixem você feliz, representem uma pausa na rotina e ajudem a recuperar as energias.   Organize o tempo Para conseguir cumprir as demandas da vida pessoal e profissional sem se sentir sugado pelo tempo é imprescindível ter organização e planejamento. A gestão do tempo permite estabelecer prioridades, gerenciar a agenda e otimizar as horas diárias.   Desenvolva sua fé Independente de crença ou de religião, a fé tem a ver com a forma que você se relaciona com o mundo. Ela é exercitada através de pensamentos e ações que envolvem esperança, otimismo, pensamento positivo, segurança, enfim, sentimentos que tenham significado e acolhimento para você.   Faça terapia Aceitar as falhas e limitações é o primeiro passo para identificar que algo pode ser melhorado. Por isso, o autoconhecimento é fundamental e, nesta busca, é importante procurar ajuda profissional.    Essas são algumas atitudes que podem fazer diferença na forma de pensar, agir e conquistar uma mente saudável. Afinal, assim como o corpo precisa de ajuda para estar saudável, a mente também precisa.    Agora que você sabe o que pode contribuir para conquistar uma mente saudável, compartilhe esse post em suas redes sociais para que outras pessoas possam se cuidar também!  

7 coisas que você precisa saber sobre obesidade

No Brasil, 11 de outubro foi instituído por lei como o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade chamando atenção para essa doença crônica que afeta um número elevado de pessoas em todo o mundo.  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, no país, uma em cada quatro pessoas acima de 18 anos estava obesa, ou seja, 41 milhões de pessoas. A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura no corpo causado quase sempre por um consumo excessivo de calorias na alimentação, superior ao valor usado para a manutenção do organismo e a realização das atividades do dia a dia. Resumidamente, a obesidade acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente. Quer saber mais sobre esse assunto? Continue a leitura que a seguir estão 7 coisas que você precisa saber sobre obesidade. Há um cálculo para o diagnóstico da doença A obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Para ter esse número, é preciso dividir o peso (em Kg) pela altura (em metros) elevada ao quadrado. O padrão da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica peso normal quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9 kg/m2, sobrepeso quando o resultado está entre 25,0 e 29,9 kg/m2, e obesidade acima desse valor.   A obesidade tem três níveis de classificação Dentro dos parâmetros de obesidade, existe uma classificação que é importante na escolha do tipo de tratamento. A classe 1 ou obesidade leve compreende o IMC entre 30 e 34,9 kg/m2.  A classe 2  ou obesidade moderada abrange o IMC entre 35 e 39,9 kg/m2. A classe 3, que define a obesidade como grave ou mórbida, refere-se ao IMC superior a 40 kg/m2.   São muitas as causas da obesidade Os maus hábitos alimentares e o sedentarismo podem proporcionar o desenvolvimento da doença, principalmente em pessoas predispostas geneticamente. Algumas disfunções endócrinas, alterações hormonais e distúrbios emocionais também podem levar à obesidade.    Hábitos saudáveis são essenciais na prevenção Para prevenir a doença, é importante se conscientizar sobre duas medidas essenciais: a prática de atividade física e a adoção de uma alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar contribuem para o aumento do número de obesos, em todas as faixas etárias.   A obesidade pode causar outras doenças e até levar à morte De acordo com a OMS, a obesidade é a quinta maior causa de morte no mundo. A doença também é a causa de diversas complicações. A pessoa obesa fica mais propensa a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo, tumores de intestino e de vesícula.   Os problemas vão além da saúde física Além das consequências físicas, a obesidade tem efeitos psicológicos negativos. As principais implicações  podem incluir depressão, imagem corporal prejudicada, baixa autoestima, transtornos alimentares, estresse e baixa qualidade de vida.   A saúde sexual também pode ser afetada A obesidade também pode interferir no relacionamento sexual. A doença está ligada à redução da testosterona, o que pode acarretar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. As mulheres podem apresentar aumento de pelos, irregularidade menstrual e infertilidade.    Você já tinha essas informações sobre a obesidade? Conhece alguém que esteja enfrentando a doença? Compartilhe esse conteúdo nas suas redes sociais! Ele pode ajudar outras pessoas a conhecer melhor a doença e começar desde já a preveni-la.  

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