As principais habilidades de um pediatra

Em 27 de julho é celebrado o Dia do Pediatra, profissional que estuda, trata e acompanha o ser humano desde a fase perinatal – a partir da 20ª. semana de gestação –, passando pelo nascimento até a adolescência. Cabe ao pediatra, também, responder pelos cuidados relacionados à prevenção de doenças e orientação de seus pacientes na busca de práticas de uma vida saudável, que incluem alimentação adequada, atividade física, vacinações, enfrentamento de dificuldades escolares, sociais e sexuais, entre outras. Os pediatras têm, ainda, papel fundamental no suporte ao aleitamento materno,  na prevenção de acidentes, na prevenção aos sintomas da violência, assim como na defesa de políticas públicas com foco na população pediátrica. Para desempenhar essas funções, algumas habilidades são essenciais. Você quer saber quais são? Continue acompanhando esse conteúdo que elas estão listadas a seguir. Formação Depois de cursar Medicina, é preciso passar por um programa de três anos em Residência em Pediatria. Posteriormente, o profissional consegue a inscrição da especialidade junto ao registro do Conselho Regional de Medicina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, existem quase 300 instituições brasileiras que oferecem a residência na área. Se o profissional se interessar por áreas específicas da pediatria, deve, depois disso, fazer estudos e treinamentos em serviços especializados. 2.      Trabalho em equipe Nenhum médico realiza seu trabalho sozinho, portanto, ele deve saber lidar com outros colegas, tanto de sua própria equipe ou especialistas de outros segmentos relacionados, quanto com demais profissionais de saúde, como enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, entre outros. 3.      Atenção ao paciente O foco de atenção do pediatra não deve estar nos problemas de saúde, mas na própria criança ou adolescente que está acompanhando. Ele deve considerar seu histórico de saúde e estilo de vida, ouvir suas queixas e anseios, conversar com os pais e realizar um atendimento calmo para oferecer atenção integral. Assim é o chamado atendimento humanizado. Acolhimento e confiança Por atender bebês, crianças e adolescentes, que nem sempre conseguem se expressar claramente, o pediatra deve realizar seu trabalho com vocação, dedicação, amor, respeito e empatia. Desta forma, conquista a confiança do paciente e consegue proporcionar um atendimento acolhedor. Acessibilidade Os cuidados com a saúde dos bebês, crianças e adolescentes são inúmeros e representam muitos desafios e descobertas para as mães. Por isso, ter um pediatra acessível representa conforto e segurança. Poder localizar o profissional em uma emergência, ter acesso a suas orientações em situações de apreensão ou mesmo ter suas questões respondidas com atenção em consultas de rotina gera muita tranquilidade. Amor ao trabalho A rotina dos médicos, em geral, é bastante corrida e, a cada jornada de trabalho, surgem novos desafios. Porém, quando o médico se dedica à profissão com amor, consegue ter flexibilidade para atender aos mais diversos casos, segurança e tranquilidade para transmitir orientações da forma correta e, ainda, disciplina para se manter atualizado com as constantes inovações. Inteligência emocional Geralmente, os médicos que optam pela Pediatra gostam naturalmente de crianças. No dia a dia, eles entram em contato com casos leves e sem grandes sobressaltos, mas também com dores intensas, diagnósticos de doenças severas, além de casos de violência, maus tratos e até perda de pacientes. Por isso, a inteligência emocional é primordial para que eles não deixem a sensibilidade aflorar a ponto de interferir no profissionalismo. Com essas habilidades, o pediatra está preparado para a sua função principal: cuidar das crianças e contribuir para que sejam construídas futuras gerações muito mais fortes e saudáveis. Você conhece algum pediatra, trabalha na área ou pretende trabalhar? Deixe seu comentário aqui!  

7 curiosidades sobre as hepatites virais

O Ministério da Saúde tem a missão de eliminar as hepatites virais até 2030. Com cerca de 40 mil casos da doença notificados anualmente no país – isso sem contar as subnotificações – a tarefa é bastante desafiadora.   Uma das principais dificuldades é a identificação da doença, já que, na maioria dos casos, os sintomas não são evidentes e a evolução é silenciosa. Desta forma, muitas vezes, é descoberta quando está em estágio avançado.   Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as hepatites virais são responsáveis por cerca de 1,3 milhão de mortes ao ano no mundo. Elas representam a segunda maior doença infecciosa letal do mundo, atrás apenas da tuberculose.   As hepatites virais são inflamações que, aos poucos, matam as células do fígado e as transformam em cicatrizes que endurecem o tecido, formando as chamadas fibroses. Em estágio avançado, comprometem a função do fígado, provocam cirrose e câncer.   As principais causas dessa condição são os vírus, alguns medicamentos, consumo excessivo de álcool e outras drogas, doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.   Quer saber mais sobre isso? Continue acompanhando esse conteúdo que, a seguir, estão listadas 7 curiosidades sobre as hepatites virais.   As hepatites virais apresentam diferentes formas de transmissão e prevenção As relações sexuais desprotegidas, por exemplo, representam uma das formas de transmissão das hepatites A, B, C e D. Já a hepatite E é transmitida exclusivamente por meio da ingestão de água ou alimentos contaminados com material fecal contendo o vírus. Portanto, é importante contar sempre com a orientação de um médico para conhecer as formas de prevenção e transmissão de cada tipo.   Existem outras hepatites além da A, B, C, D e E A hepatite alcoólica é causada pelo consumo excessivo de álcool durante muitos anos e, geralmente, não causa nenhum sintoma até atingir graus mais severos. Existe também a hepatite autoimune, que ocorre quando o sistema imunológico se volta contra as células do fígado.   Três das cinco hepatites virais mais comuns podem ser evitadas por vacinas Existe vacina contra a hepatite A e a hepatite B (que também protege conta a hepatite D). Para as hepatites C e E não existem vacinas. A hepatite E é rara no Brasil e mais comum em países da Ásia e da África.   Os sintomas podem ser parecidos com os de outras viroses As hepatites virais são, geralmente, silenciosas, mas, às vezes, alguns sintomas se manifestam: vômito, enjoo, tontura, cansaço, febre, mal estar, pele e olhos amarelados, dor no abdômen, fezes claras e urina escura. Desta forma, o quadro pode passar despercebido ou ser confundido com o de outras viroses que afetam o aparelho digestivo.   É preciso fazer o teste para identificar a doença O diagnóstico pode ser feito por testes rápidos ou exames laboratoriais, todos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ele é essencial para o médico planejar a estratégia de tratamento e evitar o comprometimento do fígado.   Gestantes devem fazer o teste Como o vírus pode ser transmitido ao feto por meio da gestação, no parto ou durante o aleitamento materno, é importante que as gestantes façam uma análise de sangue para as hepatites no início da gravidez. Recém-nascidos de mães portadoras devem receber imunoglobulina específica e vacina para hepatite B imediatamente após o parto e, depois, repetir a vacinação entre nove e 15 meses.   Os tratamentos para cada tipo de hepatite são diversos As hepatites A e E, na maioria dos casos, são curadas com repouso e dieta. A hepatite B também pode receber o mesmo tratamento, mas, em alguns casos, pode se tornar crônica e precisar de acompanhamento com remédios ao longo da vida. Novos antivirais têm representado 90% de cura para pacientes com hepatite C. A hepatite D, quando isolada, também exige apenas repouso e dieta, porém, quando combinada com a forma crônica da hepatite B, torna-se mais grave e exige combinações de medicamentos para controlar a reprodução dos dois vírus.   O dia 28 de julho marca a Luta Mundial Contra as Hepatites Virais. Aproveite para compartilhar essas informações nas suas redes sociais e ajudar a combater a doença através da informação!    

Como manter a alimentação equilibrada nos arraiais

As festas juninas fazem parte da cultura popular brasileira e acabaram se estendendo para o mês de julho também. Entre as tradições de música e dança, os trajes típicos e a decoração caprichada, a gastronomia também ganha destaque com pratos que parecem ganhar mais sabor nessa época do ano. As mesas são ocupadas por guloseimas cheias de calorias e gorduras, como pé de moleque, arroz doce, canjica, pamonha, maçã do amor, cocada, quentão, bolos com coberturas e muitas outras receitas de dar água na boca. Mesmo que a pandemia não permita aglomerações, pequenas reuniões familiares são regadas aos pratos típicos desse período. Com tantas tentações gastronômicas, fica difícil optar por alimentos mais saudáveis. Pode ser difícil, mas não é impossível. A seguir, selecionamos algumas ações que podem ajudar você a manter uma alimentação equilibrada e nutritiva nos arraiais e ainda curtir muito esse período. Prefira alimentos naturais O milho verde cozido, uma das grandes atrações dos arraiais, é um bom exemplo. Ele é rico em fibras, vitaminas e minerais, auxiliando no funcionamento intestinal. Assim como o milho, há a batata doce assada, o pinhão e outros alimentos que possuem menos corantes, conservantes e realçadores de sabor, sendo menos prejudiciais à saúde. A pipoca e o cuscuz também são boas opções. Quanto menos processado for o alimento, melhor. Coma moderadamente Fazer pequenas porções evita aquela sensação de inchaço e de ter passado dos limites. Por isso, primeiro, observe toda a mesa e, depois, faça suas escolhas. Os alimentos dessas festas geralmente são muito calóricos, então, reduzir a quantidade é uma boa alternativa. Também é importante comer sem pressa, pois o organismo dá sinais evidentes de que está saciado. Não exagere nas bebidas alcoólicas O excesso de álcool atrapalha o funcionamento adequado do organismo e pode ser convertido em gordura. Se for ingerir álcool, evite as receitas que têm açúcar e dê preferência para bebidas com teores alcoólicos menores. Nos intervalos, beba água, pois isso vai ajudar a diminuir a quantidade de álcool ingerido ao longo da festa. Mesmo que não estiver consumindo álcool, beber água é importante porque ela hidrata e ajuda a eliminar do corpo os resíduos ruins de alimentos não saudáveis. Esteja atento às suas escolhas O ideal é fazer escolhas e não sair provando todas as opções disponíveis. Se tiver uma variedade de caldos, escolha aqueles preparados com menos embutidos. Entre os doces, dê preferência para os caseiros. Se você mesmo for preparar algum quitute, utilize o açúcar, o sal e a gordura com moderação. Aproveite para se exercitar Nem só de mesa farta é feito um arraial. A quadrilha é outra grande atração desses festejos, então, por que não aproveitar a oportunidade de se exercitar um pouco? Dance a quadrilha, cante, participe das brincadeiras e não foque sua atenção só nas comidas. No dia seguinte, se puder, faça uma caminhada ao ar livre para colocar o corpo novamente na rotina. Mantenha o controle Manter o controle na ingestão das guloseimas é fundamental. Por isso, é importante ter uma alimentação equilibrada, sem exageros e com bom consumo de água. Porém, sempre há a possibilidade de exagerar e, se isso acontecer, não se culpe. O controle mental é tão importante quanto o físico. Se exagerar, retome a rotina alimentar equilibrada nas refeições seguintes. Agora que você já sabe como fazer boas escolhas nos arraiais, pode aproveitar e curtir da melhor maneira possível. Aproveite para compartilhar essas informações nas suas redes sociais. Assim, seus amigos também podem aprender a se divertir mantendo uma alimentação equilibrada!

Tudo o que você precisa saber sobre o câncer colorretal

  A campanha Março Azul Marinho é dedicada ao debate e ao conjunto de ações de prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer colorretal (CCR). Esse tipo de câncer abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon, no reto e no ânus. Por isso, também é conhecido como câncer de cólon, reto ou intestino. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), esse é o terceiro tipo de câncer mais frequente em homens e o segundo entre as mulheres. A estimativa é de que quase 41 mil casos novos sejam diagnosticados no Brasil entre 2020 e 2022. Na maioria dos casos, ao ser detectado precocemente, o câncer colorretal é curável, principalmente quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Isso justifica a importância da prevenção e da identificação precoce da doença. Quer saber mais? Continue acompanhando o texto. Prevenção Muitos dos tumores são formados a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso. Portanto, uma maneira de prevenir o aparecimento dos tumores é a detecção e a remoção dos pólipos antes que eles se tornarem malignos. Também faz parte das ações de prevenção manter uma dieta rica em fibras, composta de alimentos como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, grãos e sementes, além da prática de atividade física regular. O consumo excessivo de carne vermelha, de carnes processadas e de bebidas alcoólicas também deve ser evitado para prevenir o câncer colorretal. Fatores de risco Alguns fatores aumentam o risco de desenvolvimento da doença, como idade acima de 50 anos, história anterior de câncer de ovário, útero ou mama, história familiar de câncer colorretal, além de obesidade e inatividade física. Também são fatores de risco as doenças inflamatórias do intestino e as doenças hereditárias. Portanto, pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado. Sintomas O câncer colorretal pode não apresentar qualquer manifestação clínica, mas também pode provocar alguns sintomas. Às vezes, o primeiro sinal é a diminuição dos glóbulos vermelhos no exame de sangue. Outros sinais de alerta são a mudança no hábito intestinal, como diarreia ou prisão de ventre, o desconforto abdominal com gases ou cólicas, o sangramento nas fezes, o sangramento anal e a sensação de que o intestino está cheio mesmo após a evacuação. Também pode ocorrer perda de peso sem razão aparente, cansaço, fezes pastosas de cor escura, náuseas, vômitos e sensação dolorida na região anal, com esforço ineficaz para evacuar. Esses sintomas, porém, não são exclusivos do câncer colorretal. Eles também estão relacionados a infecções, hemorroidas ou síndrome do intestino irritável. Desta forma, diante de qualquer um desses sinais, a melhor atitude é consultar um médico para o diagnóstico preciso. Diagnóstico Quase metade dos pacientes é diagnosticada na fase inicial, graças à realização de exames de rotina, como pesquisa de sangue oculto nas fezes, retossigmoidoscopia flexível e colonoscopia. Quando há uma lesão suspeita, o diagnóstico requer biópsia, um exame que retira para análise um fragmento de tecido dessa lesão. Tratamento O tratamento depende principalmente do tamanho, da localização e da extensão do tumor, além das condições clínicas do paciente. A cirurgia é a ação inicial, retirando a parte do intestino afetada e os nódulos linfáticos próximos à região. Depois da cirurgia, a radioterapia, associada ou não à quimioterapia, é utilizada para diminuir a possibilidade de volta do tumor. Após o tratamento, é importante realizar o acompanhamento médico para monitoramento de recidivas ou novos tumores. Se a doença estiver avançada, ou seja, o câncer estiver espalhado por outra parte do corpo, o tratamento pode incluir uma combinação de quimioterapia, terapias-alvo, imunoterapia e, eventualmente, cirurgia e radioterapia. Nesse caso, porém, as chances de cura ficam reduzidas. Agora que você tem essas informações, já pode ter mais atenção, cuidar-se melhor e também fazer parte da campanha Março Azul Marinho. Se você gostou desse conteúdo, não deixe de conferir outras informações do nosso blog. Ele está repleto de dicas de saúde!  

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