7 coisas que você precisa saber sobre obesidade

No Brasil, 11 de outubro foi instituído por lei como o Dia Nacional de Prevenção da Obesidade chamando atenção para essa doença crônica que afeta um número elevado de pessoas em todo o mundo.  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019, no país, uma em cada quatro pessoas acima de 18 anos estava obesa, ou seja, 41 milhões de pessoas. A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura no corpo causado quase sempre por um consumo excessivo de calorias na alimentação, superior ao valor usado para a manutenção do organismo e a realização das atividades do dia a dia. Resumidamente, a obesidade acontece quando a ingestão alimentar é maior que o gasto energético correspondente. Quer saber mais sobre esse assunto? Continue a leitura que a seguir estão 7 coisas que você precisa saber sobre obesidade. Há um cálculo para o diagnóstico da doença A obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Para ter esse número, é preciso dividir o peso (em Kg) pela altura (em metros) elevada ao quadrado. O padrão da Organização Mundial da Saúde (OMS) indica peso normal quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9 kg/m2, sobrepeso quando o resultado está entre 25,0 e 29,9 kg/m2, e obesidade acima desse valor.   A obesidade tem três níveis de classificação Dentro dos parâmetros de obesidade, existe uma classificação que é importante na escolha do tipo de tratamento. A classe 1 ou obesidade leve compreende o IMC entre 30 e 34,9 kg/m2.  A classe 2  ou obesidade moderada abrange o IMC entre 35 e 39,9 kg/m2. A classe 3, que define a obesidade como grave ou mórbida, refere-se ao IMC superior a 40 kg/m2.   São muitas as causas da obesidade Os maus hábitos alimentares e o sedentarismo podem proporcionar o desenvolvimento da doença, principalmente em pessoas predispostas geneticamente. Algumas disfunções endócrinas, alterações hormonais e distúrbios emocionais também podem levar à obesidade.    Hábitos saudáveis são essenciais na prevenção Para prevenir a doença, é importante se conscientizar sobre duas medidas essenciais: a prática de atividade física e a adoção de uma alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar contribuem para o aumento do número de obesos, em todas as faixas etárias.   A obesidade pode causar outras doenças e até levar à morte De acordo com a OMS, a obesidade é a quinta maior causa de morte no mundo. A doença também é a causa de diversas complicações. A pessoa obesa fica mais propensa a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo, tumores de intestino e de vesícula.   Os problemas vão além da saúde física Além das consequências físicas, a obesidade tem efeitos psicológicos negativos. As principais implicações  podem incluir depressão, imagem corporal prejudicada, baixa autoestima, transtornos alimentares, estresse e baixa qualidade de vida.   A saúde sexual também pode ser afetada A obesidade também pode interferir no relacionamento sexual. A doença está ligada à redução da testosterona, o que pode acarretar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. As mulheres podem apresentar aumento de pelos, irregularidade menstrual e infertilidade.    Você já tinha essas informações sobre a obesidade? Conhece alguém que esteja enfrentando a doença? Compartilhe esse conteúdo nas suas redes sociais! Ele pode ajudar outras pessoas a conhecer melhor a doença e começar desde já a preveni-la.  

7 doenças causadas pelo estresse

Um levantamento realizado pela Associação Internacional do Controle do Estresse revelou que o Brasil é o segundo país do mundo com maiores níveis de estresse.  Para assimilar melhor essa informação, é importante entender o que é o estresse e o que pode ser ocasionado por esses níveis elevados.  O estresse é uma reação física do organismo a um estímulo, ou seja, uma resposta normal para proteger em momentos de risco. Diante dessa situação, o corpo pode lutar ou fugir e, para isso, libera uma mistura de hormônios e substâncias químicas como adrenalina, cortisol e noradrenalina – ou norepinefrina.  Porém, o corpo é preparado para receber apenas pequenas doses de estresse, que contribuem para equilibrar as funções orgânicas e para enfrentar problemas do dia a dia. Quando o organismo fica sujeito a doses de estresse constantes e por longos períodos é que surgem os problemas.  Por isso, a manutenção de um estado de estresse, como se um alarme estivesse ligado constantemente, pode ser prejudicial à saúde. Quer saber quais são as principais doenças causadas pelo estresse? Acompanhe! Insônia O estresse em excesso pode atrapalhar a qualidade do sono. Além de questões pessoais ou profissionais, as mudanças no padrão hormonal causam interrupções que prejudicam a qualidade do descanso. Com isso, a pessoa se sente cada vez mais cansada e vai acumulando mais estresse, agravando assim os sintomas. Depressão O principal hormônio controlador do estresse é o cortisol. Quando os níveis de cortisol aumentam muito, ocorre a redução de dopamina e serotonina, neurotransmissores que influenciam nas emoções, como a sensação de alegria ou bem-estar. Sem a quantidade adequada dessas substâncias, o indivíduo tem grandes chances de desenvolver depressão.  Problemas cardiovasculares O estresse provoca a redução do fluxo sanguíneo, que faz aumentar os batimentos e a pressão arterial. Em estado crônico, essas alterações podem comprometer o desempenho do organismo, causando irregularidades no funcionamento do aparelho circulatório e provocando até mesmo o entupimento de veias e artérias, evoluindo para casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e de infarto. Prisão de ventre Sob estresse constante, o cérebro emite sinais para que o intestino se contraia. Esses estímulos causam bastante desconforto e sintomas como dores abdominais, flatulência e distensão abdominal, resultantes da alteração da flora intestinal e prisão de ventre. Essa condição pode evoluir para uma doença grave conhecida como síndrome do cólon irritável. Problemas de pele A exposição a situações de estresse por longos períodos pode provocar o surgimento de doenças físicas e emocionais. Nesse quadro, encaixam-se algumas dermatites, como acne, vitiligo e psoríase, um problema crônico e responsável por desenvolver manchas vermelhas na pele. Transtornos alimentares Quando o lado emocional está descontrolado, o corpo tenta encontrar formas de compensar esses sentimentos dolorosos por meio da alimentação. Em contrapartida, a falta ou o excesso de certos nutrientes concorrem para o desequilíbrio das reações metabólicas e provocam estresse em excesso, contribuindo para um ciclo bastante perigoso. Alzheimer Estudos apontam que a ansiedade, o estresse e o cansaço podem aumentar em até 40% o risco de doenças neurológicas, como o Alzheimer. Esses fatores também são gatilhos para doenças como a Síndrome de Burnout, que consiste em um esgotamento generalizado, e a Síndrome do Pânico.  Essas são 7 das doenças causadas pelo estresse crônico, mas é preciso lembrar que essa situação deixa a pessoa mais vulnerável, pois diminui a defesa imunológica. Com isso, o corpo pode apresentar diversas outras reações. Desta forma, é preciso estar atento para identificar sinais de estresse e procurar ajuda profissional para um tratamento adequado. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maiores são as chances de cura e de restabelecer o equilíbrio emocional do organismo. Em 23 de setembro é celebrado o Dia de Combate ao Estresse. Faça parte desta luta, disseminando informações e ajudando outras pessoas a conhecerem mais sobre o assunto. Compartilhe esse conteúdo nas suas redes sociais!

5 curiosidades sobre a surdez

Em 26 de setembro é comemorado o Dia Nacional do Surdo. Aproveitamos a oportunidade para compreender melhor a surdez, a perda parcial ou total da audição, que dificulta a compreensão e a comunicação da pessoa afetada. A surdez – ou deficiência auditiva – pode ser congênita, quando a pessoa já nasce com a dificuldade, ou adquirida ao longo da vida, por conta de uma predisposição genética, de um traumatismo ou de alguma doença que afeta esse órgão. A perda da audição pode ser avaliada por um médico otorrinolaringologista e medida por meio de um aparelho chamado audiômetro. É dessa forma que a surdez pode ser classificada em graus: leve, moderada, severa ou profunda. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que, atualmente, existam 500 milhões de pessoas com problemas auditivos no mundo, ou seja, 6% da população mundial. A grande maioria é de adultos, nos diferentes graus de deficiência.  Quer saber mais sobre os problemas relacionados à audição? Continue acompanhando esse conteúdo. A seguir, estão listadas 5 curiosidades sobre a surdez: Os recém-nascidos do Brasil devem fazer o Teste da Orelhinha Assim como o Teste do Pezinho, que detecta algumas doenças sérias precocemente, o Teste da Orelhinha também é lei no Brasil, portanto, todos os recém-nascidos no país devem fazer o exame. Ele é capaz de diagnosticar se o bebê tem algum tipo de perda auditiva. O tratamento para a surdez depende da causa Dependendo da causa da surdez, pode ser indicada a realização de limpeza ou drenagem do ouvido quando há acúmulo de cera ou secreção. Alguns casos, como tímpano perfurado ou correção de alguma deformidade, por exemplo, podem ser indicativos de cirurgia. Ainda pode-se recorrer ao uso de próteses auditivas ou implantes de aparelhos auditivos.  Muitos surdos são analfabetos De acordo com a Federação Mundial dos Surdos,  80% dos surdos de todo o mundo têm baixa escolaridade e problemas de alfabetização. Por conta disso, eles acabam dependendo exclusivamente da língua de sinais para se comunicarem.  A língua dos sinais não é universal A Língua Brasileira de Sinais (Libras) é uma modalidade que permite a comunicação por meio de gestos, expressões faciais e corporais. Trata-se de uma importante ferramenta de inclusão social reconhecida por lei no Brasil. Porém, cada país tem a sua língua de sinais. É uma situação semelhante à que acontece com os idiomas. A audição pode ser substituída Qualquer sentido – visão, audição, olfato, tato e paladar – pode ser perdido em diversos graus, mas, diante da perda total de sua função, o ouvido é o único órgão sensorial humano que pode ser substituído bionicamente por um implante. Apesar da maioria dos casos indicar herança genética ou ainda de, com a idade, haver uma maior probabilidade de perda auditiva degenerativa, é importante proteger a audição, pois esse sistema é extremamente sensível.  Além do ruído excessivo, também fazem parte dos fatores de risco o efeito de alguns medicamentos, doenças como esclerose múltipla, lúpus, doença de Paget, meningite, doença de Ménière, pressão alta ou diabetes, e doenças relacionadas diretamente com os ouvidos, como otosclerose, otite, tumor no ouvido e até a presença de objetos estranhos dentro do ouvido. Por isso, diante de qualquer sinal de perda auditiva, é aconselhável fazer um exame, pois o diagnóstico precoce pode ser essencial para a saúde auditiva a médio e longo prazo. Agora que você já tem mais informações sobre a surdez e a deficiência auditiva, pode evitar situações que levam a esse quadro e também pode conceder um tratamento mais adequado a quem passa por essa dificuldade.  Compartilhe esse conteúdo com outras pessoas para que elas também saibam mais sobre a surdez!  

Tudo sobre os linfomas

No Brasil, estima-se que ocorram 10 mil novos casos de linfoma por ano e que 4 mil pessoas morram anualmente em consequência da doença. Ainda assim, esse tipo de câncer não é muito conhecido pela população. O Dia Mundial de Conscientização sobre Linfomas é celebrado em 15 de setembro, então, aproveitamos a oportunidade para ampliar esse conhecimento e contar tudo sobre os linfomas. O que é linfoma? O linfoma é um tipo de câncer que, diferente dos outros que se originam em um tecido ou órgão, tem origem nas células do sistema linfático, que fazem parte do sistema imunológico, chamadas de linfócitos. As células do sistema linfático circulam por todo o organismo e, por isso, o linfoma pode começar em qualquer local do corpo, particularmente nos linfonodos, que, aumentados, formam as ínguas, presentes no pescoço, axila e virilha.  Na maioria das vezes, o aumento dos linfonodos está relacionado a processos infecciosos e, nesses casos, as ínguas costumam ser dolorosas. Quais os tipos de linfoma? Existem dois tipos de linfoma e eles se apresentam clinicamente de maneira semelhante, mas é importante diagnosticar devidamente, pois o prognóstico varia muito. Eles podem ser diferenciados pelas características das células malignas encontradas nos exames de diagnóstico. Linfoma de Hodgkin: é mais raro, afeta pessoas mais velhas e atinge células de defesa do corpo específicas, os linfócitos do tipo B; Linfoma não-Hodgkin: é mais comum e, geralmente, desenvolve-se a partir de linfócitos B e T. Apresenta vários subtipos. Principais sintomas Os sinais do linfoma não são específicos e isso dificulta no diagnóstico. Porém, os sintomas mais recorrentes são febre constante, suor noturno e presença de linfonodos aumentados, percebidos pela presença de caroços no pescoço, axila ou virilha.  Outros sintomas que podem ser indicativos de linfoma são: cansaço excessivo, coceira, mal-estar, perda do apetite, emagrecimento sem causa aparente, falta de ar e tosse. Diagnóstico O diagnóstico de linfoma é feito através da avaliação dos sintomas pelo clínico geral, hematologista ou oncologista e dos resultados de alguns exames, como: exames de sangue, raio-X, tomografia computadorizada, ressonância magnética, Pet-scan e biópsia. Tratamento O tratamento depende do tipo, do tamanho, do estágio e da região do linfoma, mas geralmente são usadas a imunoterapia, a quimioterapia e a radioterapia. Em algumas situações, quando os linfonodos aumentam muito de tamanho, podem atingir outros órgãos. Então, pode ser recomendada a cirurgia para retirada deste órgão. A terapia gênica de CAR T-cells, baseada na reprogramação de células de defesa do corpo, também tem sido empregada mais recentemente. Em casos mais graves, há a possibilidade de transplante de medula óssea. Se for diagnosticado precocemente e se o início do tratamento for feito o quanto antes, as chances de cura do linfoma são altas. Causas As causas do linfoma ainda não são bem definidas, mas pessoas acima de 60 anos são mais propensas a desenvolver linfoma não-Hodgkin.  Outros fatores que também podem estar associados ao surgimento do linfoma são infecções pelo vírus HIV, pelo vírus Epstein-Barr, pelo vírus HTLV-1, que é responsável por certos tipos de hepatite, pela bactéria Helicobacter pylori, que pode ser encontrada no estômago, e a imunossupressão.  Também estão associadas ao surgimento do linfoma doenças que provocam imunidade baixa, doenças autoimunes, como o lúpus ou doença celíaca, e exposição frequente a produtos químicos. Você já conhecia esse tipo de câncer? Conhece alguém que esteja enfrentando a doença? Compartilhe esse conteúdo para que outras pessoas também saibam mais sobre os linfomas!

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