04/06/2020

7 curiosidades sobre um hospital

Pouca gente sabe o que verdadeiramente acontece em um hospital, principalmente, que profissionais das mais diversas áreas estão envolvidos para o seu perfeito funcionamento.

O termo hospital vem do latim “hospitalis” e significa um lugar de hospitalidade e de abrigo a viajantes, estrangeiros e, principalmente, enfermos.

Para cuidar desses enfermos, há uma série de trabalhadores que se dedicam com afinco para prestar assistência à saúde de maneira eficaz e eficiente, independente do porte e do perfil da instituição.

Desta forma, o pleno funcionamento de um hospital depende de diversos processos e padrões para que tudo seja mantido em ordem e a assistência seja prestada de maneira igualitária a todos que precisam de um atendimento.

Listamos, a seguir, 7 curiosidades que envolvem um hospital. Não deixe de conferir!

 

  1. Antigamente, os hospitais eram administrados por sacerdotes

No Ocidente, os primeiros hospitais surgiram na Roma Antiga e eram administrados por sacerdotes. Aos poucos, os médicos foram assumindo esse papel.

Por muito tempo, os hospitais pertenceram exclusivamente às ordens religiosas, mas, a partir do Renascimento, passaram a ser geridos por autoridades municipais e se transformaram em locais de atuação dos médicos.

Alguns hospitais ainda estão ligados a igrejas, mas os médicos assumiram completamente os cuidados com os pacientes.

 

  1. Um hospital é uma grande empresa, com diversos departamentos

A função principal de um hospital é oferecer serviços de saúde e, para que isso aconteça, diversas outras áreas entram em ação.

A gestão de um hospital envolve administração, medicina, hotelaria, nutrição, sistema financeiro, marketing, laboratórios, serviço social, entre outras áreas que compõem as equipes multiprofissionais e multidisciplinares.

 

  1. A limpeza hospitalar é mais complexa do que se imagina

Em um hospital, limpar significa remover a sujeira, os detritos e os derramamentos, mas os cuidados devem ser ainda mais precisos.

Os processos também incluem a descontaminação, que é a remoção de sujeira microbiana, e a esterilização, que consiste em erradicar totalmente os micróbios presentes na superfície de itens.

 

  1. Um hospital envolve muitos números

Na gestão hospitalar, os indicadores são fundamentais par avaliar o andamento do hospital, identificar falhas, implementar mudanças e analisar se as medidas tomadas estão surtindo os efeitos desejados.

Enfim, os indicadores são fundamentais no gerenciamento geral do hospital como instrumentos para avaliação dos serviços prestados e para controle de recursos e de custos.

Esses indicadores incluem censo médio diário, taxa de ocupação hospitalar, tempo médio de permanência, relação de funcionários por leito, sem falar nas contas do sistema financeiro, entre muitos outros números.

  1. Alguns pacientes têm prioridade de atendimento

Em um hospital, não pode haver tratamento diferenciado para cliente de qualquer plano de saúde nem pode haver prioridade de atendimento a clientes particulares.

Porém, algumas pessoas têm prioridade garantida no atendimento: gestantes, lactantes crianças até cinco anos, pessoas com mais de 65 anos, casos de urgência e de emergência.

 

  1. O porte do hospital é definido de acordo com a capacidade de operação

Os hospitais de pequeno porte são aqueles que possuem a capacidade de operação de até 50 leitos.

Os que têm entre 50 e 150 leitos são considerados de médio porte e os que atuam com capacidade de operação entre 150 e 500 leitos são de grande porte.

Acima de 500 leitos, é considerado um hospital de capacidade extra.

 

  1. O número de leitos de UTI é satisfatório, mas não equilibrado

Segundo recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde, a relação ideal é de 1 a 3 leitos de UTI para cada 10 mil habitantes.

De acordo com um levantamento feito em janeiro deste ano, o Brasil tem 45.848 leitos de UTI, o que representa a proporção de 2,2 leitos, ou seja, um índice satisfatório.

Do total de leitos, 22.844 são do Sistema Único de Saúde (SUS) e 23.004 fazem parte do sistema de saúde privado. Analisando mais detalhadamente e segmentando os dados, o SUS tem média de 1,4 leitos para cada 10 mil habitantes, contra 4,9 da rede privada.

O número continua dentro das recomendações, mas representa um desequilíbrio nas contas.

 

Gostou de saber mais sobre o funcionamento de um hospital? Conte aqui o que mais chamou a sua atenção!

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